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BONDERLINE



					    
RUBEMAR ALVES Borderline é um transtorno de personalidade no limite das emoções (estudo realizado pela psiquiatra ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA) - aqui, alguns excertos: “Normal no ser humano momentos de explosões de raiva, tristeza, impulsividade, teimosia, instabilidade de humor, ciúmes intensos, apego afetivo, desespero, descontrole emocional, medo de rejeição, insatisfação pessoa... gerando desconforto para nós mesmos e ao redor. - Estes comportamentos de forma frequente, intensa e persistente mostram dificuldade de adaptação do indivíduo ao ambiente social. - Os ‘borders’ vivem no limite das emoções e apresentam hiperatividade emocional, isto é, muito sentimento e muita emoção sempre, lidando ma l com as adversidades, em especial de rejeição, desaprovação e/ou abandono; nestes momentos, desencadeiam uma reação de estresse muito além do esperado. - É o transtorno dos afetos, pois o amor deve ser funcional, positivo, e neles o afeto é disfuncional. - A personalidade é a soma da parte biológica, 50%, ao que aprendemos, a cultura, os outros 50%. A estrutura genética não muda, mas é possível moldar muita coisa. O transtorno chamado borderline é a dificuldade nas relações interpessoais, pela baixa estima, instabilidade reativa do humor e impulsividade. Daí, s urgem problemas sérios que tornam a pessoa improdutiva, com ataques de fúria e dependência. Vagos traços de border encontramos em pessoas de maior sensibilidade que lidam com causas sociais e precisam de um alto grau de aceitação: dariam até grandes atores. Esta pessoa, sem exageros, será sempre sensível e emotiva, sem capotar, canalizando para coisas produtivas. - Numa autoestima destruída, é pessoa se vê depreciativamente, pior do que ela é, tentando a solução no outro, na dependência afetiva. A impulsividade se manifesta sobre a forma específica de explosões de raiva e ira, literalmente o border fica ‘cego de raiva’, em estado eterno de paixão sem limites. - O transtorno está relacionado a uma hiperatividade do sistema límbico, que é o nosso “verdadeiro” coração, a região do cérebro que regula as emoções. Nos momentos de maior impulsividade, há um pane total no sistema, como um curto- circuito ou hemorragia das emoções. Aí é que ocorrem tentativas de suicídio, como alívio à angústia, ao vazio. Ao melhorar, pela ameaça física ao corpo, o sistema de defesa e estresse é acionado, liberando a endorfina, que é um anestésico. O grande pavor do ‘border’ é a rejeição e vê a família como um alicerce. - É possível diminuir a hiperativida de do sistema límbico em doses específicas de certas medicações; ao mesmo tempo, é necessária uma terapia individual, mais direcionada para o presente que para o passado, um treino para uma vida mais digna, menos intensa e hemorrágica.” FONTE: Jornal O GLOBO - Rio, 21/1/12. Leiam, da entrevistada, o livro “Corações descontrolados” (Editora Fontanar). F I M
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Comentários dos leitores

Não, não somos 'border', mas um dia... Grrr... Bom que você publique ate temas sérios científicos. Parabéns!

Postado por lucia maria em 08-06-2013

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