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DIVINA GRÉCIA (quase) MODERNA



					    
O que é uma ilha? Um pedaço de terra todo cercado de água. E quem foi Mykon? Um herói mítico e fantástico, um deus e ao mesmo tempo um escravo daquela magia. Nesta ilha, água ainda quente sai das cavernas submersas de Poseidon, deus dos mares e da navegação (Netuno latino), que em cólera agitava com seu longo tridente as águas em terríveis ondas sob tempestades: templo de mármore até hoje vigiando o azul do mar Mediterrâneo... sim, porque antigamente cada deus tinha seu inimigo particular, que devia vencer e destruir. O símbolo-mascote da ilha é o pelicano. Mykonos é a ilha sem porto - basta um velho cais. Em tempos remotos, ali circularam muitos povos: fenícios, cretenses, iônios, persas, macedônios, romanos... e gregos temerosos... e o valente Ulisses. Poeta grego da antiguidade, Homero cantou as ondas azuis, o esplendor das auroras. Mykonos, uma das ilhas Ciclades (arquipélago), perto de Lesbos e ainda mais perto de Patmos. Pequenas ruas de pedra, estreitas e brancas, tortuosas, labirínticas, protegendo contra eventuais invasões de piratas que ali se perderia. Modernamente é ainda onde tudo vai devagar. Colinas com casas brancas, detalhes azuis, e moinhos brancos, sob os ventos do mar Egeu (onde está a maioria das 227 ilhas habitadas), mais decorativos que na antiga função de moer o trigo... Poucos carros, veículo importante é o velho burrico, treinado para subir e descer caminhos íngremes. Pescadores e padre ortodoxo passam em roupas pretas - antes, muitos deuses, agora, famílias se reúnem e constroem uma capela doméstica, do cristianismo bizantino ortodoxo, religião oficial da Grécia moderna, com lâmpadas votivas e ícones onde o dourado já perdeu a cor. Descoberta pelo turismo devastador nos anos 60, perfeito cenário de “paraíso” hippie e de artistas: prazer imediato e liberdade total, incluindo áreas praianas de windsurfe e nudismo. Agitada vida noturna, som eletrônico, nas casinhas brancas se instalaram boutiques grã-finas, Mykonos modernamente famoso destino de férias das celebridades e da descoroada realeza europeia, decadente ou não - fim da tranquilidade! Dança-se o shitaki, os homens dando-se os braços, como crucificados abertos e entrelaçados; bebe-se vinho branco e o ouzo, pinga local, bem forte; come-se peixe, muito peixe... muito sol, o que amadurece uvas, pêssegos, figos e maçãs, e frutifica as oliveiras, e muito vento na paisagem azul e branca, as cores oficiais do pai. --------------------------------------------------------------------------- FONTES: “Mykonos, lha-deusa do mar Egeu”, de Carlos Heitor Cony - Revista MANCHETE, Rio, 19/3/77. - “Ilhas de luz”, de Mônica Serino - Revista MARIE CLAIRE, SP, ag./2004. F I M
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Comentários dos leitores

Na Grécia ideal, com maridos paqueradores (Zeus, Ulisses,outros), eu ensinaria às esposas sobre a utilidade da faca serrilhada de cortar embutidos congelados e salas de bate-papo... Parabéns!

Postado por lucia maria em 07-12-2013

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