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APRENDI A "FAZER" AS MALAS...



					    
Em tudo e por tudo, ELA consulta a imensa coleção de recortes - jornal, revista: "Ensinamentos úteis". CURTAS FÉRIAS!!! O que levar? Vai fazer frio, calor... Na verdade, estávamos indo para uma cidade onde 'tem que' ter céu azul, 'tem que' fazer quarenta graus para deixar nativos e visitantes sempre alegres. Há anos em que o inverno esquece de comparecer... ou faz um vago friozinho menor, como amostra grátis... E "lá" (adivinhem onde?) encaram uma feijoada com o mesmo entusiasmo de um sorvete ou uma cerveja 'loura' bem gelada. Três dias de absoluto descanso. Descanso com ELA? Quem disse? Evitei casaco muito pesado (afinal, geada ou neve jamais!), preferi jaqueta que poderia levar até mesmo no corpo. Hummm, paulista sem jaqueta? Comecei a arrumação pelas roupas mais compridas e pesadas, como as calças (ELA sempre me diz que jeans é fundamental, misturar com qualquer parte de cima - "Do branco ao dourado!" -, sempre dá um estilo combinatóriol), as bermudas e... o vestidos de sedinha e a saia longa (dela, naturalmente) - estendi no fundo da mala. Roupas de malha (as nossas camisetas: minhas de manga, dela de alcinhas, regatas, tops) seguiram na forma de rolinhos, pois amassam pouco, preenchendo espaços pequenos, considerados inaproveitáveis - para facilitar, ELA (metida a detalhista perfeccionista) separou também por cores, da mais escura até a mais clara. Por cima a minha camisa de botão bem aberta, sem dobrar - amassaria e ocuparia mais espaço. E se no curto fim de semana houvesse alguma programação melhorzinha? Uma festa, por exemplo, para exibir o conquistado galã......... (Sou muito convenciiiiido?) Em seguida, as roupas íntimas (gastei uma nota em dois conjuntos caríssimos de lingerie) e de praia (só para prevenir, tempo escasso entre a saudade e as tagarelices femininas), em sacos também, finalizando com a roupa de dormir (em casa de parentes da mulher, não ficava bem a minha nudez madrugatícia desde a infância). Nos espaços vagos, encaixei meu tênis (dentro, meias e cinto enrolado), dois pares recém-comprados de sandálias cor de ouro e azul, tiras estreitas, dentro de saquinhos, e as bijuterias (dela!). A ‘nécessaire’, com higiene pessoal (xampus etc.) / perfumaria (do casal, a "sócia" usando bem mais do que EU!) / maquilagem (feminina) e medicamentos, tudo dentro de sacos plásticos para evitar que vazassem, viajou na bolsa de mão. Nada a descrever de muito especial. Comida caseira, restaurante, futebol, festinha, fui agarrado, beijado, admirado, o previsível... Gente hospitaleira. F I M
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Comentários dos leitores

Aprecio em você - tudo junto e misturado - o devaneio e a intelectualidade sem egoísmo - estórias sempre com ensinamentos. Parabéns!

Postado por lucia maria em 13-04-2014

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