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FÉ E ESPERANÇA



					    
Não adianta a ninguém frequentar esta ou aquela religião se não tem fé - nem na Energia Superior nem no seu próprio Deus Interior. Tem que haver intimidade e sinceridade com o mundo espiritual. Re-ci-pro-ci-da-de! Existem os agnósticos e os ateus. Pior do que isso, porém, são os falsos milagreiros religiosos e ainda pior que estes são os que fingem acreditar e fazem coro a eles. “Quanto mais gente em tal e tal religião, melhor. Importante é a quantidade (dizem eles: sacerdotes e devotos). Qualidade e devoção sincera, luxos dispensáveis...” Será (digo eu) ??? A acreditar que há milagres, que nosso coração necessitado e carente os desejem com fé e amor, sem que se perca jamais a esperança; mas se não nos acontecerem, não quer dizer que eles não existam - não a cada “cinco” minutos. Como dizia minha sábia avó filósofa: “Fazer por merecer!” Houve uma telenovela na saudosa Manchete - proprietário judeu... - em que um casal vigarista convence um rapaz que tinha misterioso poder de cura nas mãos, pelo menos para pequenas dores de menor importância (muito assustado com o inexplicável, misterioso fenômeno, padre local o mandou calar-se), a fazer “milagres” e a propaganda, às ocultas do inocente jovem, foi feita através de três atorezinhos recém-formados em Artes Cênicas, desempregados, topando qualquer biscate. Questionar o quê?... Até mesmo sem o toque do rapaz, o mudo “falou”, o cego “viu”, o paralítico “andou”. O moço olhava as próprias mãos, incrédulo. Milagre sem milagreiro? De repente, a ele é cobrado ressuscitar uma criança, o que era meramente impossível, e - sem acreditar no sobrenatural - achou por bem não atender a mãe desesperada, o que logo desencadeia na estória uma tragédia maior. Novela-vida, vida-novela. Bom, caro leitor, estar de fora, confortavelmente sentado à noite na poltrona quente de espectador da ficção é uma coisa, estar ‘in loco’ na assistência do espetáculo religioso é outra coisa - presenciar e observar com muito cuidado: onde a farsa, onde a verdade? Ah, sim, há de existirem os tolos para que existam os espertos. F I M
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Comentários dos leitores

Cada um tenha a religião que quiser, desde que esteja consciente e não iludido que está pagando - com o tal de dízimo - a paz e a felicidade. E não me perturbem porque não chateio ninguém. Parabéns!

Postado por lucia maria em 31-05-2014

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