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EDUCAÇÃO NO JAPÃO



					    
Berço de uma civilização que remonta ao século VII a. C., o JAPÃO foi muito influenciado e adotou parte da cultura da CHINA, mas permaneceu relativamente isolado do exterior, primeiros contatos com o Ocidente no século XVI, quando missionários portugueses formaram uma pequena comunidade cristã. Religiões predominantes: xintoísmo e budismo. Somente em 1854 aconteceu abertura dos portos ao comércio com o Ocidente. Na II G M (1939/1949), o governo se aliou à Alemanha e à Itália, destruiu uma esquadra norte-americana em 1941, derrotado quatro anos depois pelas forças aliadas, após bombardeio atômico de duas cidades nipônicas. Surpreenderam o mundo com rapidíssimo reerguimento - ínfima mortalidade infantil, altíssima expectativa de vida, analfabetismo perto de zero, mais de 1 milhão de professores e 6% do orçamento investido na EDUCAÇÃO. --------------------------------------------------------------------- Em Tóquio, cidade com milhões e milhões de habitantes, as crianças - mesmo pequenas - vão sozinhas à escola. Trem, metrô, tráfego intenso... porém mães tranquilas, porque estas também foram crianças, estudantes protegidos por todos. Numa pesquisa que fiz (se algo não mudou!), não uniforme nos anos 70, porém um chamativo chapéu amarelo obrigatório. A educação familiar faz com que esperem pacientemente a mudança do sinal para atravessar a rua, nas faixas de segurança. Antes dos 6 anos, há o jardim de infância gratuito, em japonês ‘yochien’ ou ‘kodomo no sono’, quatro horas de “brincadeiras” (quem disse?) altamente educativas - aprendem a construir brinquedos; a cuidar de peixes, de pássaros, de uma horta e da limpeza da sala de aula; atividades artísticas com barro, tinta, recortes, colagens e... principalmente música! Geralmente um piano em cada sala de aula e todos são obrigados a aprender um instrumento - a música clássica vende muitos discos... A escola é obrigatória desde 1876, reformas fundamentais a partir de 1945 - união de meninos e meninas, grande maioria das escolas com ginásio esportivo e piscina, pois esporte é importantíssimo. Sistema do período escolar de 6-3-3 + 4, ou seja, escola primária, escola média (ginásio júnior, ginásio sênior), depois faculdade. Nove anos de curso primário e fundamental, seja em escola pública ou particular. Família recebe carta com o nome da escola e a criança de 6 anos se submete a uma junta médica - se incapaz (cega, surda-muda ou excepcional), irá para uma escola especializada. Ah, e horário integral, das 8 às 16 horas, boa alimentação por conta de nutricionistas, pela qual o pagamento mensal é quase simbólico. Carga horária de 240 dias por ano; 12 horas diárias ao redor dos 15 anos, avançando pelo domingo se necessário. Grande ênfase para o estudo de idiomas estrangeiros. Em muitas escolas, alunos maiores produzem seus próprios programas interno de tevê. A televisão é um dos mais importantes “professores” do país, aulas seguidas atentamente pela classe, o professor real fica ao lado, para complementar. Todo professor japonês possui instrução universitária. Se o aluno faltar 7 dias seguidos, sem justificativa dos pais, estes pagarão uma multa ao Estado. Pr ovas internacionais de conhecimento escolar? Superam sem muito esforço concorrentes americanos e europeus. Após o estágio de educação compulsória, vem o ‘kottogakko’ (curso colegial), agora com um uniforme quase militar: escuro, gola alta e quepe para os rapazes, saia até os tornozelos para as garotas. Na universidade, traje livre novamente. Há 3 períodos escolares - 1-de abril a julho, de segunda a sábado, incluindo piqueniques, reuniões e vida no campo; férias de verão de 6 a 7 semanas; 2-do início de setembro ao final do ano; curtas férias de inverno até o início de janeiro; 3-período mais sério que antecede, para seniores, o ingresso na educação superior, muitos candidatos se inscrevendo em vários vestibulares. Estudante japonês tem grande participação política, consciente de que economicamente o JAPÃO é uma grande potência mundial, cuja força está... no povo. FONTES: “Japão, um país bem educado” - artigo de Sônia Robatto e Maria Clara Mariani (recorte de revista). “Educação” - Folheto FATOS DO JAPÃO, Ministério das Relações Exteriores. “Japão” - ALMANAQUE ABRIL, 1996. F I M
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Comentários dos leitores

Na minha delicadeza de (falsa) nipônica, peço perdão para corrigir: guerra, 1929/1945. Senhor muito inteligente, né? Senhor nunca erra, só se distraiu, né? "Meu" povo é educado. Parabéns!

Postado por lucia maria em 20-07-2014

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