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FAR WEST, FAROESTE...E JEANS



					    
Quem? O quê? Onde? Quando? Como? Pesquisei aleatoriamente várias fontes, anotei, memorizei e cheguei a minhas próprias conclusões. COWBOY, figura épica romantizada pelo cinema (este, comunicador em escala mundial), mas não única no mundo porque sempre a cavalo como na Idade Média e os beduínos dos desertos da África, arma poderosa como os porretes do homem pré-histórico, bebe como gambá (quem criou esta comparação?), veste-se... de jeans como minerador ou emigrante judeu ou italiano, amável com o mulherio, cauteloso com gente estranha, generoso com amigo, brutal com inimigo. Grande e poderoso mito, arquétipo cultural dos nossos dias! Todo mundo hoje imita inconscientemente a roupa dele. A coragem, a audácia e a valentia nem sempre. Na lenda, o cavaleiro domina a natureza, os animais, estabelece a justiça, ama as mulheres e defende os fracos-oprimidos. Versão do surgimento da figura do cowboy: fim do século XVIII, com a vitória dos estadunidenses sobre os ingleses, se tornando independentes; em seguida, muitos imigrantes ingleses puritanos indo para o Texas, trabalhar com o gado. A mitologia do COWBOY SUPER-HERÓI surgiu em princípio com o intuito sério de cuidar do gado da região, assim como defendê-la de ataques indígenas, tornando-se depois símbolo do Texas. Valente! Machão! (Nem todos Arianos.) Há uma versão de que, numa população (mundial?) de cerca de 55 milhões de habitantes, eles /os “heróis” cowboys/, os verdadeiros vaqueiros, não o mito do valentão,- seriam apenas 40 mil, auge entre 1865/1875, extinção em 1886, inverno dizimando o gado bovino americano. O cowboy é o cavaleiro ‘medieval’ da América - sendo ao mesmo tempo um xerife, ‘homem da lei’, traz ao peito a estrela judaica de 6 pontas, selo de SALOMÃO, símbolo de justiça e sabedoria. Gradativamente, porém, o herói valentão da tela cinematográfica foi ficando monótono e em alguns filmes, lá pelos anos 70, surgiu a figura nada obediente e nada ingênua do anti-herói, contestador, reacionário, transgressor, rebelde às vezes, nem tão justiceiro, agora mais ligeiro na arma, nos amores e na vida que o mocinho anterior. Desmitificação do ‘certinho’, mitificação do (quase, até certo ponto) ‘fora-da-lei’. Diz-se que o cowboy legendário morreu junto com JOHN WAYNE. Pode ser. Observe-se a indústria do cinema instalada exatamente onde surgiu o JEANS: Califórnia, terra de sol e muita luz, daí cenários naturais, menos gastos. Hollywood, sonho de todo ator! Jeans é a roupa de nossos dias, ou seja, universal contemporânea para valentões & covardes, homens & mulheres, adultos & crianças. Versão (quantas, Mein Goten!) de que fosse um “uniforme” de trabalho no século XIX - lavouras e em especial fábricas -, símbolo de ‘juventude’ (transviada?) a partir de 1955/60... quando virou moda “jovem” (e EU?) em todo o planeta. O JEANS teria nascido em 1853, quando o judeu CLAUDE LÉVI- STRAUSS (ou alemão, filho de mascate que chegou aos States com 24 anos?), vendedor ambulante, comercializava tecidos rústicos - lona - para barracas e tendas na Califórnia (mais tarde surgiu o termo Velho Oeste), época da famosa “corrida do ouro” estadunidense, e na mineração o trabalho pesado exigia para os garimpeiros trajes resistentes e duráveis. Daí, LS confeccionou calças com o mesmo tecido marrom claro, importado de Gênova, cidade italiana, e deturpada a pronúncia latina em inglês, criou- se ‘jeans’. A perfeiçoamento em 1873 (demorou, hein?!), com reforço nos bolsos e o nome Levi’s. E a cor azul? Ele descobriu outro tecido ainda mais resistente e flexível na cidade francesa de Nimes, conhecido como ‘denim’, tingido com índigo, corante vegetal azul que já era usado na Antiguidade. Após a II GM, roupas de jeans eram consideradas excelentes para o trabalho rural e urbano. No Brasil, as chamadas calças “rancheiras” já existiam desde 1946, lançadas pela pioneira indústria Alpargatas: era o brim sanforizado (que não encolhe) Coringa, tecido vendido a metro, moldes da calça como brinde; em 1954, uma novidade no bolso traseiro: etiqueta de couro, igual como nos Estados Unidos. Diferença era a técnica de tingimento, com o índigo a calça desbotava e no Brasil ‘ainda’ não... Depois... depois... depois... a boa calça velha e desbotada... FONTES (para inspiração): “Os cavaleiros do faroeste” - Revista O correio da UNESCO, Nov./89. Recortes avulsos de revista Nova Escola e jornal O Globo, Rio. F I M
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Comentários dos leitores

Eu tenho um mito humano que eternizei numa jeans azul clara. Só o vejo assim porque não ficaria bem imaginá-lo fantasiado de Adão... (Diz eu dorme nu a espera de um pijama como presente de niver.) Parabéns!

Postado por lucia maria em 25-12-2014

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