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ESCOLA CONTEMPORÂNEA



					    
“Sou do tempo em que... estudantes tinham que... estudar!” Aprendi tabuada contando frutas – EU somava as laranjas com as bananas, diminuía a minha parte, dividia o restante entre um irmão e duas irmãs. Nossas frutas nunca se multiplicaram sozinhas, impressionante aritmética incompleta. Hoje a mídia é o professor, o professor aprende com a mídia. O mestre ainda não muito antigo era o dono da verdade, o guia a ser seguido cegamente pelos alunos. Nos tempos atuais, o aluno é treinado para construir seu próprio aprendizado, sem pensar exclusivamente na nota azul ou vermelha da prova, projetando-se como um cidadão, o conhecimento lançado para a escola e mais adiante para o mundo do trabalho. O professor tem quer ser agora um participante ativo da nova mídia. Crescer numa perspectiva multidisciplinar, não limitado apenas à sua disciplina de formação: ir muito além do diploma e da carteirinha de licenciado pelo MEC. Ave, Santos Computadores! Mas não é só o aluno pesquisar em Google / Wikipédia e jamais no livro, porque absolutamente aqueles não substituem este. É necessário um estudo colaborativo de materiais e de pessoas: professor + alunos + a comparação das fontes, isto é, a filtragem de dados dos textos pesquisados. Aprender de forma colaborativa. Não é só procurar, imprimir, entregar ao professor e esperar a nota máxima. Sei de uma estória real. Tempo da máquina de escrever. Minha AMIGA foi solicitada apenas a datilografar um trabalho de sétima série (hoje oitavo ano). Diz-se que ‘a prata da casa é sempre modesta e nunca brilha’ – concordo. Questionário com 6 ou 5 perguntas que o garoto não sabia responder. Recados pelo telefone. Pai e avó convocaram uma amiga, pós-graduação-em-não-sei-o-quê... não soube responder nada. Convocaram a irmã do pai, professora primária, que respondeu num grito: “Perguntar isto a uma criança???” (Criança com 12 anos?) Também não soube responder. Ora, ELA esperou, esperou, não houve contato mais nenhum. Amanheceu, nada ainda. Foi à casa do menino – mesmo terreno - e, diante do questionário, saiu um grito espontâneo: “Mas é a Guerra de Tróia. Filmes sempre ensinam...” Feliz por conhecer o assunto desde bem garota e co-la-bo-rar. (Se valorizada, certamente não.) Pouco interesse do aluno, atenção nenhuma ao que ELA explicava, sentiu magoada como quase uma ‘obrigação’ da parenta, professora de portuguesa e literatura há décadas, responder sozinha e datilografar; papel na mochila do garoto. Bom, a esperada nota máxima, “11” ou “101” jamais veio. Em reunião de responsáveis, professora informou que apenas um aluno entregara as respostas individuais – um outro pesquisou na Internet um apanhado geral sobre o assunto, imprimiu e em plena aula distribuiu para que os colegas entregassem à professora: trabalho anulado no ato! Minha AMIGA jurou nunca mais co-la-bo-rar... Na atualidade, como selecionar os conteúdos? Como adaptá-los para responder os exercícios especificados pelo professor? Ora, desde que foram criados trabalhos de grupo, é assim que se estuda – reunir a companheirada, conexar e discutir o assunto da aula. Mesmo não sendo específico ensino à distância (popular teleducação), professor e alunos hoje também se comunicam digitalmente, uns enviam as apostilas, os outros remetem os trabalhos... No mínimo, economia vegetal do papel... Aproveitando o tema “escola contemporânea”: a televisão mostra, ao vivo e em cores, aulas de culinária e os tais ‘segredinhos úteis para o lar’ – é junto ao fogão que o ser humano se diferencia dos animais: neste especial caso midiático, vale dispensar os livros de... culinária? NOTA DO AUTOR: MÁQUINA DE ESCREVER - A primeira ‘ancestral’ da digitadora foi registrada em 1714, na Inglaterra pelo engenheiro HENRY MILL. O custo da produção em série era alto e só em 1874 a empresa Remington, maior indústria norte-americana de pistolas e rifles, se aventurou no mercado em larga escala. F I M
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Comentários dos leitores

Triste, mas a prata da casa é geralmente a mais valiosa e ninguém valoriza! Sim, escola hoje é grupo, trocas, comunicação. Parabéns!

Postado por lucia maria em 03-01-2015

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