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COMILANÇAS BANDEIRANTAIS...



					    
“Tudo o que acontece eu ponho neste livro. E se não acontece, estando no livro, é o mesmo que ter acontecido.” - Personagem Dom BRAZ OLINTO, de “A muralha”: sob o candeeiro, num livro de assentamentos coberto de veludo azul já desbotado, ele usava tinta e pena de pato... - viagem, sucessos (sempre?), entrada no Sertão, as compras... “São Paulo, século XVII. Os bandeirantes desbravam o Brasil, alimentando-se de caça, mel, palmito e fruta e cultivando abóbora, feijão e milho.” - SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA no livro “Caminhos e fronteiras” (1957). Nossa, restaurante paulistano famoso e falado. Premiado internacionalmente. Cardápio, pelo que li, inspirado em parte no enunciado histórico acima e também na culinária dos bem-vindos italianos, o que viria a ser a comida dos primeiros tempos nacionais e depois a da imigração. Em destaque, surubim (é o peixe que também se chama pintado), farinha de milho com carne-de-sol (talvez polenta), linguiça de codorna, manteiga de içá (formiga, sim!), palmito, abóbora, feijão verde, milho, amendoim, pinhão, crista de galo (o tira-gosto daquela época), ovos, caruru (mato que na época alimentava porcos e galinhas), banana, cambuci e grumixama (frutas), fru tas vermelhas do sertão, mel......... Dada como receita indígena, a jacuba, mistura de água, farinha de mandioca, açúcar, rapadura ou mel silvestre e ‘aguardente’ (prefiro no contexto a palavra antiga, tradicional - cachaça me soa áspera, como a dose no copinho de vidro do botequim pé-sujo). Tudo isso transformado e adaptado para os nossos dias: carnes curadas, mosqueadas, embutidos contemporâneos (nunca cebola, tempero então inexistente na região), mistura de sertão paulista e indígena, imagino o preço de cada prato! Cafezinho (ou capuccino?) final fica por conta... do hábito. Sim, mundo capitalista, não lhes tiro a razão. (...ou comilan$$ais bandeirantai$???) FONTE: “Expedição gastronômica” - Jornal O GLOBO, Rio, 2/11/13. NOTAS DO AUTOR: Recomendo a leitura de “A muralha”, autora DINAH SILVEIRA DE QUEIROZ, romance comemorativo ao IV Centenário da fundação da cidade de São Paulo, em 1954: em 1708, Brasil amanhecente, desbravamento do sertão, sacrifício e iniciais movimentos de autonomia. - Muralha - Serra (verde- negro) entre o litoral e São Paulo do Campo de Piratininga. - E leiam também “Os invasores”, da mesma autora, romance comemorativo ao IV Centenário da fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1965: em 1710, resistência heróica do povo, “o Rio das doze mil almas” e depois rendição. F I M
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Comentários dos leitores

É, mas num tempo antigo não havia ainda restaurante com ar condicionado e tevê na parede. Plantar custaria menos... Babei lendo sobre rapadura e mel silvestre - antes de brigadeiro e picolé. Parabéns!

Postado por lucia maria em 08-01-2015

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