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BRINCAR E LER



					    
Para o educador PAULO FREIRE, brincar é aprender o mundo. E até seu famoso – depois internacional – método de alfabetização era quase uma brincadeira. Brinca-se hoje ao computador e aprende-se bastante. Brincar e aprender são as duas faces indissociáveis da mesma... moeda. E moeda de valor altíssimo! Fantasiar ou brincar, no palco da vida, é interpretar a si próprio e a seus desejos. ALBERT ENSTEIN sugeria às pessoas contos de fadas para filhos brilharem, ler ainda mais contos de fadas para brilho maior. Sedução atemporal. Mais tarde, o psicanalista, professor e escritor BRUNO BETTELHEIM, que ajudava muitas crianças problemáticas a alcançarem a maturidade psicológica, ensinou a lidar com ansiedades e emoções confusas lendo contos de fadas. Estórias orais, seculares, e estão aqui a sabedoria do povo sobre muitas questões humanas – vencer o medo, buscar o amor de um modo geral e a transcendência do ser humano; caminhar pelas estradas, andarilhos das estórias, é crescer e se transformar. Talvez o mais antigo conto de fadas tenha sido “Eros e Psiquê”, mito narrado por APULEIO. Mitos (grego, “mythos”, latim, “mythu”), contos de fada e lendas são fontes de escoamento para a angústia, solução satisfatória para conflitos, herói identificado com nossos dramas diários – o mito antigo, por constituir uma estrutura simbólica e universal, servia à educação dos jovens. Há um depoimento em que BILL GATES, o fundador da Microsoft (por que “micro” se na verdade é “big”?), expressa a importância dos livros, leitura desde o início da infância – faz escrever melhor, enriquece o vocabulário, desenvolve a imaginação , o raciocínio e o senso crítico. “Antes do computador (ele disse), meus filhos terão livros.” Ler é muitas vezes sair de uma realidade dura (lavradorzinho pouco além de um menino ou empacotador-entregador, por exemplo) para o mundo mágico do sonho. Quem sabe, lutar para realizá-lo um dia? “Aqui é o escritório do doutor Ru?” O poder do livro de fascinar e fazer sonhar. Importante nas relações familiares , do ponto de vista mental e emocional, a tríade “livro / leitor adulto / ouvinte mirim (futuro leitor)”. Não a bobice de brincar de luta na cama, na hora de dormir, ou exibitória com brinquedos caros que a criança vizinha ‘não’ tem, muitas vezes espadachins televisivos de heróis estrangeiros ou intergalácticos, ridículos robôs falantes, e sim dissecar, esmiuçar as estórias dos livros... O gosto pela leitura deve começar em casa, estendendo-se na escola – só lê a vida inteira quem via os pais lendo... Ressalva de que a cada releitura – aos 7, 20, 35 anos – as emoções serão diferentes. Existem livros apenas com imagens, sem palavras. CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE dizia que “lutar com palavras é uma luta vã”. Mais fácil que escrever é desenhar, criar uma imagem, que no mínimo é rápida como uma foto. Em outras mídias, o livro /base de tudo/ será apresentado sob as formas de peça teatral, filme, seriado na tevê, desenho animado, revista e contemporâneo CD. - - - - - HQ – “Pato Donald”, de Walt Disney – 6 quadrinhos Cartaz na livraria em cima de uma pilha de livros: “Agora com descontos especiais.” No primeiro quadrinho, DONALD pergunta: “JÁ LERAM ESSE LIVRO?” - Respostas da ‘patolândia’ ao longo da estória: “Eu vi a peça de teatro!” “Eu vi o filme!” “Eu ouvi a trilha sonora do filme!” “Eu vi o especial de TV!” “Eu vi a série baseada no especial!” “Eu vi a HQ baseada na série de TV!” “Eu vi o desenho animado baseado nos quadrinhos!” - DONALD indignado: “ORA ESSA, E NINGUÉM QUIS LER O LIVRO?” NOTA DO AUTOR: EROS E PSIQUÊ – Cultura grega, mito contado por Apuleio. // LUCIUS APULEIUS – Madaura, atual Argélia, 125 / Cartago, 170 – Escritor e filósofo médio platônico romano, família abastada e influente, pai cônsul e jurista; estudou poesia, geometria, música, filosofia e mistérios esotéricos. Sua obra mais famosa é Metamorphoseon Libri XI (coletânea), mais conhecida como “O asno de ouro”. FONTES: “Brincar é aprender o mundo” – “Sem limites para o sonho” – Revista NÓS DA ESCOLA – Rio/SME, ano 3, n. 39/2006 e n. 46/2007. “Comportamento : Para amar os livros” – Revista NESTLÊ, set./10. F I M
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Comentários dos leitores

Eu ainda não sabia ler, ganhava livros e liam para mim Monteiro Lobato, bela iniciação. Melhor ganhar livro que outra coisa. Parabéns!

Postado por lucia maria em 09-02-2015

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