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COMIDA NA MESA...NA MESA?!



					    
Num tempo mais antigo, século XIX, franceses e ingleses inventaram o “pic-nic”, termo originário de 2 palavras francesas: ‘picover’, beliscar ou comer com as mãos + ‘nique’, algo pequeno (em português, piquenique ou convescote, palavra um tanto esquisita), reunião a céu aberto, bela paisagem campestre – era um evento de luxo com o uso de talheres de prata, louças de porcelana, copos de cristal, toalhas de linho, cestas chiquérrimas... e trajes elegantes. A alimentação, assunto delicioso, é elemento forte na identidade de um povo – instrumento de comunicação, inclusive. “Se é feijoada, é Brasil!” Chique ou não, ‘bentô’. marmita de cultura milenar que japonês leva até quando vai a teatro... ‘sushis’, ‘sashimis’. Moda agora é a comida na rua. Decididamente, hedonismo gastronômico da nova nobre arte culinária. ‘Fast food’ da lanchonete mudando de local e de sabores. Outra gastronomia... Se é tempero de mulher ou homem, não sei, mas a ideia me soa feminista, essa tal de gastronomia móvel, “mobile food”. Já a pedida casada, comida & bebida, tem nítido toque masculino, visando lucro maior. “Food trucks” – veículo-restaurante estacionado a combinar, nesta ou naquela esquina movimentada, de preferência em bairro nobre pois o povão não endinheirado “prefere” mesmo a diária comidinha caseira. Saborear ou comer em pé, moda divertida e descontraída. Tem de tudo em terrinas de cerâmica – feijoada, rabada, mocotó, galeto, bacalhau, moqueca de peixe, vatapá......... Até suculento hambúrguer vegano, que luxo! E ‘brownie’ por sobremesa. Seja na rua ou nas festas, o “finger food” é também uma nova moda de servir – sabor na ponta dos dedos. Há quem dispense talher e use apenas os dedos para pegar as mini porções do alimento, textura ‘decente’, desde que não cremosa ou líquida: miniaturas variadas, geralmente de tortas, quiches, saladas, bolinhos, espetinhos, canapés, torradinhas com tutano (renovada estrela!), queijos e doces. Para risoto, polenta ou amostra de sopa, um talher plástico, prático-descartável. Há carrocinhas especializadas em ‘brigadeiro’, ex-tradicional caseiro, atual versão gourmet, e é impossível olhar as ‘encapetadas bolinhas’ , ser tentado/tentada (gula nem sempre é pecado!) e contar... calorias. Repaginados e irresistíveis sabores ‘do outro mundo’, com recheios de morango, cereja, avelã, doce de leite, caramelo, capuccino, menta, amarula, queijo-goiabada (eternizados romeu-julieta) e outras novidades... Haja estômago! Haja bolso ou bolsa! CARTUM – “Gatão de meia-idade”, Miguel Paiva – Diga-me com quem comes: Casal nu, dialogando – ELA – “Minha fome é outra!” – ELE – “Então, somos dois famintos!” F I M
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Comentários dos leitores

Se quiser me convidar para food truck, ótimo, ou venha para minha feijoada caseira, cerca de 15 diferentes tipos de carnes. Parabéns!

Postado por lucia maria em 03-04-2015

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