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ELA SABE DAS COISAS



					    
ATHINGANOI, Internet é praga e amanheci ‘sem’. Comum em domingos e feriados. Aí, daqui de casa ou da vizinhança telefonam não sei para onde, Internet volta. Estou escrevendo estória do outro mundo. Inspiração inconsciente pois só agora (9:51) percebi a data. Entrei pela fantasmagoria, fiquei meio perdida e, com mania de perfeição, procure um livro – O que é existencialismo. Digo sempre que tenho cultura de liquidificador ou de almanaque. Perco-me nos assuntos, mas sempre por cima, sem escorregar no ‘quiabo’ que me joguem. Eu não tenho essa cultura toda, assim abrangente, sei muitas coisas miúdas e já sabia antes do hábito de computador. Comecei a faculdade e tínhamos português e língua estrangeira no mesmo dia, três vezes por semana, das 8 às 12h, nos três outros dias, também de 8 às 12, quatro matérias. Tranquei português e alemão, no ano seguinte voltei só com português e italiano, encaixei minha matrícula numa turma qualquer de português, por acaso um bom grupo era da zona sul. Não havia essa de ‘virar a cara para o outro lado’, mas eu tinha meu grupo mais íntimo, entre quem também trancara português, cada uma no seu motivo, e duas reprovadas - no que elas me viram na tal turma, vieram se juntar. Compramos um livro de contos do João Guimarães Rosa e o professor dividiu a turma em duplas, distribuindo os trabalhos - oral e depois escrito. Quando determinado grupo começou a falar sobre “Um moço muito branco”, uma das gurias da zona sul (fora deste grupo) comparou com o filme “Teorema”, eu sentada ao lado, se dirigiu a mim. Eu NÃO sabia de nada, tá? Pouco antes aconteciam as sessões intelectuais do Cinema Paissandu, no bairro do Flamengo, à meia-noite. Eu morando no subúrbio, bota longe nisso, nunca fui, só ouvia falar ou lia em jornal. Conforme a guria falou que ‘um elemento estranho surge e desestrutura toda uma família” (filme, Itália) e dizia “Ó, sim, sim, abalou todo mundo” - é falara mesma coisa com outras palavras. Filme de tema difícil, quando ela dizia ‘esta parte não entendi muito bem’, eu revidava ‘entendi mais ou menos’ - de repente, percebemos o silêncio na turma, só nós duas falando... Rimos, desculpas ao professor e ao grupo no tablado, aula continuou. As minhas íntimas, todas da zona norte, vieram me perguntar sobre o filme e não acreditaram quando falei - ‘aprendi agora!’ FIM
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Comentários dos leitores

Bruxa Wicca maldiz quem lê antes de mim... Secretária decente, só uma na sua vida. Boa estória confessional. Parabéns!

Postado por lucia maria em 25-04-2015

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