Página inicial do portal Autores & Leitores
Quem  |  Autores  |  Leitores  |  Associados  |  Mural  |  Dúvidas  |  Contato  |     PUBLICAR    |
Entrar | Registrar
 Esqueci minha senha
Anúncio BAC

Área dos LEITORES

Colunistas

Autores Consagrados

Quadrinhos

Bibiotecas Virtuais

Livros

Novos autores

Downloads

Lançamentos

Ofertas

Informações

Autores & Leitores  >  Leitores >  Novos

Apresentação de trabalho publicado

Caro leitor,

Sinta-se à vontade para ler este trabalho e deixar seus comentários.

Bons Textos!




< Visite a Página Pessoal de ATHINGANOI >


ANEDOTÁRIO POPULAR



					    
EU não teria argumentos legais para ser um novo JOHN, mas seria desagradável ser homônimo do JOÃOZINHO das muitas anedotas populares em fatos inusitados. Iniciou-se no jardim de infância, voltou animado, a professora ensinara qual é a mão direita: esquerda só no dia seguinte! Seis anos e o guarda ameaçou cortar-lhe o pinto se tornasse a fazer xixi na grama, correu assustado, melhor obedecer! Viu menina da mesma idade, agachada, ‘batizando’ a grama, concluiu que o guarda não estava de brincadeira. (Anos depois, meu amigo Davizinho, em situação semelhante, achou que o rabino exagerara na circuncisão.) Bem mais crescido, o primeiro dia de aula, sem ter feito nada de exercício nas férias, a professora o chama para a lição de gramática, pergunta o tempo verbal em ‘...isso não podia ter acontecido’. “Preservativo imperfeito, fessora!” (Andou espiando papai e mamãe?) Aí ela simplifica para o futuro do ‘verbo roubar’. “Teje preso!” (Valeu a intenção de pelo menos se mostrar um futuro cidadão honesto.) Ilogicidade (ou logicidade infantil?) em matemática. Se o professor dividir o papel A4 em quatro partes, quatro quartos de papel, mas se dividir em partes, ele respondeu ‘papel picado’... (Medo que o convocassem para varrer, depois.) Só vive chegando atrasado, embora morando a apenas dois quilômetros da escola... Aí ele justifica – pneu da bicicleta é novo, mas o caminho está cheio de placas: “Devagar. Escola!” Falou para a mãe que foi vítima de balas perdidas. Ela o examinou todinho, não viu sangue algum. “Achei um saco fechado no banco da praça... estou com muita dor de barriga.” Chegou em casa, com a ajuda do carteiro, arrastando uma espetacular moto comprada por 5 moedas. Os pais, cautelosos, foram perguntar à vizinha, a boazuda (boazinha é outra coisa) do bairro – é que o marido telefonara de Paris, fugiu com a secretária, mandou vender a moto por ‘qualquer’ dinheiro e remeter através de conta bancária. Queixou-se com o médico do posto de muitas dores no corpo inteiro... Era só colocar o dedo no peito, na barriga, na cabeça, na perna... Em verdade, doutor percebeu logo, quebrara o dedo na disputa de bola de gude. Foi fazer biscates na farmácia. Freguês encostado na parede, mãos na boca. O menino explica – o xarope era caro, vendeu um purgante, efeito excelente porque “o tiozão” (1 ponto 8 ponto 0???) agora tem só medo de tossir... Dúvidas até sobre paternidade. Nas últimas, o pai não quer morrer com mágoa no coração... Desconfia que Joãozinho não é seu filho, muito diferente dos outros seis. A esposa garante que sim, apenas não sabe quanto aos outros... Na fazenda do avô, ajudou a procurar um burro muito rebelde, indomável, perdido na mataria do morro. Subiram, desceram, contou piadas da escola, finalmente duas horas depois acharam o animal e o avô sugeriu agora uma piada mais curtinha: “Esqueci o cabresto na cozinha.” Recém-admitido num emprego, chefe advertiu que ninguém ali era tratado familiar e intimamente pelo primeiro nome: sobrenome era mais ‘autoridade’; acontece que nos documentos ele é João Amor, chefe machão o dispensou. Tentou aprender a dirigir carro e namorada o presenteou com a placa “Deus me guia”; em menos de dois meses, entrou com o veículo num poste, placa nova: “Eu mesmo guio.” Ouviu no rádio do carro que um maluco estava dirigindo naquela estrada em altíssima velocidade, pior, na contramão. Resmungou sozinho: “Todos, todos...” Casado, contou para um amigo que a sogra o tratava como um Deus: sabe que ele existe, mas não o pode (quer!) ver. O casal dormia nu, sono pesado após o amor, ouviram um ruído estranho, a mulher gritou que podia ser seu marido, ele pulou a janela e em segundos voltou pois estava em sua própria casa. (Que susto!) Virou patrão, o empregado pediu desculpas e reclamou que há 3 meses não recebia o salário. Resposta lacônica: “Está desculpado.” Completamente bêbado, entrou na igreja durante a missa, bem na hora da comunhão, entrou na fila, abriu a boca; padre não gostou do estado lastimoso, ignorou-o e passou para os outros fiéis. Reclamou: “Não vai me dar o antiácido?” Nem velhinho ele tomou jeito! Padre mandou reafirmar fé em Jesus Cristo e renegar o demônio, mas, sem saber para onde estava “indo”, não quis ficar mal com ninguém! O Diabo apareceu na rua e todos correram, menos a viúva dele. “Só a senhora não tem medo de mim...” Ela explicou: “Durante 40 anos fui casada com seu irmão.” F I M
Copyright ATHINGANOI © 2015
Todos os direitos reservados.
Este trabalho já foi visitado 174 vezes.

ENVIE este trabalho para um(a) amigo(a). ESCREVA para ATHINGANOI.

Comentários dos leitores

Pois é, o coitado - tal qual Atlas - leva nas costas todo o peso do mundo. Dessa vez tem razão - papel em mil (escritor não corrigiu) partes, papel picado. Parabéns!

Postado por lucia maria em 06-06-2015

COMENTE ESTE TRABALHO, DIZENDO QUAL FOI A IMPRESSÃO QUE ELE LHE CAUSOU.





AJUDE-NOS a manter o bom nível deste portal!

Se você achou que este texto é ofensivo, imoral ou que fere
a nossa POLÍTICA DE USO, por favor, AVISE-NOS!




Autores & Leitores
  • Copyright A&L © 2005-2013
  • Todos os direitos reservados.