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FANTASMA DO AMOR



					    
Nome de brasileiro é, na grande maioria das vezes, prenome + sobrenome da mamãe + sobrenome do papai. “Outra” estória se a pessoa alegar que ficaria muito grande em rede social, aí diminui na telinha... ou não querendo se expor com sobrenomes familiares (“O quê?! Você é filho do/da.........?”), mas garanto que – em duas cidades históricas do RJ/Estado – herdeiros da família real nunca usariam pseudônimos. Não usam! Em todo caso, conhecidos na vizinhança como Príncipes... E de fato são! Sem criticar a cultura alheia, mas o estrangeiro não latino adota um único sobrenome, no geral o paterno (mãe, tadinha, sujeita “oculta” desde a gramática). ELA resolveu um dia brincar ao computador e colocou uma infinidade de nomes de pessoas, de um “trapassato remoto” (aula de italiano – passado anterior a outro passado, o nosso pretérito mais que perfeito: “Anoiteceu e ela ainda não chegara do /suspeito/ salão de beleza...”), bota antiguidade nisso. De alguns, já sabia em ‘viagem-esp(e)acial-sem-retorno’: doença, acidente, idade. Ex-amigos, ex-namorados, só não houve ex-marido, um só casamento e bem ajustado. Achou (parte da vida de) um nissei – namorara no Rio, perdeu de vista... Aí, mais de um homônimo na tela, escolheu ao acaso, acertou certinho no ‘milhar’ da mosca não-lotérica e o descobriu tendo sido suplente de vereador numa outra cidade também do norte paranaense, não onde na época residiam pais e irmãos menores, e em seguida o fulano virou ‘placa’ numa quadra de esportes. De repente, foi um simpático benfeitor do clube ou inaugurou karatê (era bom nisso), judô, jiu- jitsu......... Possível! (Já me contara sobre esse fantasminha na varanda em 2003, criei narrativa ao final de 2014.) Partiu para outras pessoas... Ora descobriu ora não apareceu. “Bobeira de falta do que fazer”, sentenciei quando me contou – reagiu braba que era uma ‘pesquisa’ de temas-assuntos para os textos que EU escrevo: a-gra-de-ci. Homem muitas vezes critica o que chama ‘fofocas-bisbilhotices de mulher’ – faz às escondidas, jurando casualidade ou coincidência. Acontece que memória de computador traria de volta até as não- calmarias que jogaram Cabral numa praia baiana ainda sem vatapá e acarajé... bem como a cor do esmalte da nossa primeira dama republicana... ou o chá da manhã de um (lendário?) lenhador que virou presidente norte-americano. ELA não lembrou mais destas espionagens divertidas. Novas ideias, outros rumos. Precisou ver fotos antigas, mistura desconexa num saco plástico, e estava lá uma única deste tal nissei, imagem distantíssima num parque, mal dá para perceber figura masculina. Se o chamou no além, purgatório-céu- inferno, ELA não sabe... Pegou o que interessava, guardou restantes. Uma hora depois, notebook. Do nada, sem que ainda tivesse clicado de propósito em Google ou rede social, a súbita aparição automática de cinco ou mais links com o tal nome, certinho. Riu... Não mais curiosa, interessada. Mudou para “outras” coisas e me escreveu (pobre vítima!) a l g u n s / m u i t o s e-mails. Só que o equipamento se viciou no nome “dele”, selecionou um agora homônimo jovem, não parece estar-morar aqui, escritas todas em... japonês. Não aparece o exato fragmento geográfico do planeta. Fotos, castelos clássicos, templos, carros moderníssimos, cerejeiras, saquê... Liga o notebook, este cara específico surge quase todos os dias. Enjoou, perdeu a graça, não quer saber do fantasma original ou de seu representante-substituto... “Bobeira de falta do que fazer!” Como fazê-lo sumir? Fácil. ELA na vontade de apresentar a ele, a lista do que oriental intitula tarefas apenas femininas (ué, será que sou japonês e nunca me olhei ao espelho?!) - chamá-lo para cozinhar, fazer bolo de chocolate, limpar fogão, lavar o louceiro, passar roupa, arrumar gavetas, limpar o chão, ir ao mercado, carregar ‘mil’ sacolas, perseguir insetos, perfumar ambientes... e também pagar... depois arquivar papéis, corrigir de graça os meus preciosíssimos trabalhos literários de ficção ou Direito.............. Troço chaaato!!! NOTA DO AUTOR: LEIAM meu conto “Três (ou mais) almas penadas”. F I M
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Comentários dos leitores

Ué, o japonês quer ser memmória eterna. Virou placa no sul e quer no Sudeste também. Parabéns!

Postado por lucia maria em 13-06-2015

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