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CONTO DE...NEO FEITICEIRO



					    
Que tenham me contado, porque não vi, não sei, não conheço, não é ninguém da minha intimidade, EU no papel apenas de narrador, a garota aos 13 anos namorou um garotote da vizinhança... Tempo passando. Quatro anos, talvez, não sei direito. Namorico, beijitos e publicadas fotinhas do casal em vários ambientes e posições. Rotina. “Só vou onde você for.........” Que poesia! De repente, crise existencial ainda em tempo de escola medial (até rimou!) – encruzilhada entre diversos caminhos: ser uma “nova” JULIA ROBERTS, “Uma linda mulher”, 1990 (será que ela entendeu e estória?), que teve um ‘aparescente’ Oscar-2001; uma “nova” GISELE, que do vôlei pulou para as ‘aparescentes’ passarelas, grande influência sobre a cabeça das mocinhas imaginativas e sonhadoras; talvez uma “nova” KATE com... sorte (trocadilho piadístico do autor), trajes ‘aparescentes’... ou ficar noiva, casar, cuidar da casa, cortar cebola, carregar a lata de lixo, atender o marido, trocar fraldas, ih, “coisa chata”......... Em paralelo à geração Y, dos já nascituros produtivos, existe a geração Nem-Nem, ou seja, nem trabalha nem estuda, escola é um passeio casual em dia de não-preguiça, rompe madrugada ao computador, acorda ao meio-dia e se exibe na rede social ‘orgulhosamente’ (minha avó filósofa classificaria isto como ‘vergonhosamente’) VASP. Não a empresa aérea falida em 2008; em outra versão, ‘vagabundos sustentados pelos pais’. Ela perdida nos caminhos da vida, pensamentos incertos, sem saber que direção tomar. Estranha felicidade! Bom, o caso é que – sei lá qual o pólo de atração – ela se apaixonou por um aprendiz de feiticeiro. É assim: o velho bruxo seduz e hipnotiza ao acaso um bobalhão qualquer, ensina parte das magias e o nomeia Assistente de Suma Importância, crachá da sigla no peito. O aparente sucesso imediatamente lhe embota o cérebro, imagina-se um filósofo, mas ainda muito menos trambiqueiro e trapalhão que o chefe-fundador da crença. Mero a-p-r-e-n-d-i-z... A função do assistente é seduzir e hipnotizar outros jovens, traçado de compasso no mapa de determinada região geográfica, partindo da capital; quanto menor e mais pobre o lugarejo, as presas ingênuas serão mais fáceis de serem abatidas e dominadas. Conseguiu muitos devotos. Como eu disse, a garota apaixonou-se... Acontece que há princípios rígidos tendo origem nos fantasiosos haréns (acima de um simples triângulo amoroso) e nesta crença dita ‘religiosa’ o chefinho número 2 recebe como prêmio uma plêiade feminina. Correspondeu em princípio aos anseios dela; ao terceiro dia (não: ressurreição é “outra” estória, por sinal de grande seriedade), começaram preparativos emocionais para casamento e intimidade (ou intimidade e casamento?); tudo indicava que logo se efetuaria o clássico ‘happy end’... O tempo corre – um mês passou rapidinho. Aí, o feiticeiro-chefe lembrou ao hipnotizadinho as outras candidatas na fila da ansiedade, outras esposas. A primeira era amiga íntima da eleita. Como fazer? Jogo limpo. Argumentou para a namorada número 1 a necessidade de família coletiva, e terminou dizendo que “era assim porque era e pronto!!!” – amando várias, permitida bi, tri, poligamia. Evidentemente que ela entrou em choque, lágrimas de raiva, atirou ao fogo (destruidor-purificador) o caderninho com nomes e endereços de amigos/amigas, resolveu ignorar o mundo e que todos a ignorassem também. Relógio sem pilha. Tempo de crescer, mas pelo que me disseram é apenas como se tivesse tomado “férias” pois está acompanhando os atos e viagens do aprendiz de feiticeiro, assinando e aplaudindo, vendo o andar da fila das fêmeas – ela dispensada, a número 2 foi promovida a número 1......... e assim por diante. Repito – não vi, não sei, não conheço. O que ouço, escrevo. Pode funcionar como grito (ou sussurro) de alerta. Resta saber quando todos acordarão do pesadelo e cairão na cruel realidade adultíssima. NOTA DO AUTOR: APRENDIZ DE FEITICEIRO – Poema do alemão GOETHE, 1797, Die Zauberlehrling: “Velho feiticeiro sai da oficina, deixando o aprendiz com tarefas a realizar, este mexeu desajeitado no livro, nas poções mágicas e.........” Se conto infantil ou uma grande metáfora político-social da época, o mundo não soube/sabe explicar... // Estória adaptada em desenho pelo estúdio Walt Disney Pictures – fantasia e aventura; icônica a cena com Disney-feiticeiro em que as vassouras agem sem parar......... // Agora New York, filme, 2010, reencarnação das almas “congeladas” de Merlin, Morgana e outros personagens medievais. F I M
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Comentários dos leitores

ERRADO - É MICKEY na cena da vassoura................ Se conto-verdade, a guria vai tentar o velho golpe da "melancia" e se dar muito mal, como toda tolinha que não tem juízo nem maturidade. Vida real. Parabéns!

Postado por lucia maria em 24-10-2015

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