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ADÃO (menos) versus EVA (muito mais)



					    
Embora não exista a expressão “rei do lar”, a coitada da “rainha... (?)” está perto de ser escrava do ‘seu’ homem. Brasil luso-latino, invisível concepção machista de comportamento e valores, desigualdade herdada desde os primórdios da Península Ibérica. Igualdade de gênero deveria ser importante questão de (in-)justiça. Discutível. Eva “foi” a ré acusada de desvio de personalidade e suas irmãs gregas eram trancadas no gineceu, apartadas do mundo masculino. Está provado matematicamente muito mais horas de trabalho na dupla jornada feminina: ocupação remunerada fora de casa, feliz conquista no mercado de trabalho, e ocupações dentro de casa, eterna hora extra sem gratificação alguma. Inclusive em cargo semelhante, o ordenado feminino é geralmente menor – racismo e sexismo inabaláveis. E nunca se duvide do IBGE! Questões imutáveis de gênero, pouco importa a escolaridade ou especialização, seja dele – metalúrgico, advogado, professor... - ou dela – sabe e faz o quê mesmo?. Para o ‘amo e senhor’ nada altera nunca – sente-se o provedor da casa; na filosofia dele isso basta e já o deixa bem cansado ao final do dia. Para a ‘serviçal’, sobrecarga. Ele é incapaz de lavar um pé de alface (há quem alegue ser macho Ariano) ou a louça acumulada na pia (“Não sou signo de água!”); pior, finge não saber ligar a máquina de lavar roupa e o forninho elétrico. Sabe ligar o que lhe convém. “Ih, hora do meu São Paulo na tevê!’ Quando muito, ele arruma no armário suas próprias roupas lavadas, perfumadas e passadas. E acha que já fez muita coisa! À mulher cabe conferir as faltas na despensa, preparar a lista das compras e, caso vacile, pagar tudo. Ele pode até ser um excelente (?) pai, nunca ausente se a família ainda não se desfez, mas a carga dos filhos “pertence” a ela... Ele pode até levá-los à escola ou ao cinema no shopping, mas quem supervisiona o trabalho de casa de casa e a higiene corporal é a mãe. Hábito cultural? Verdade, pois geralmente o menino não é estimulado para as tarefas domésticas, apenas “incentivado” para lavar o carro... do pai... ou talvez o cachorro. A cultura relaciona mulher, desde cedo, como responsável pelas atividades domésticas – quando muito, ele dá uma ajuda mínima, bem insignificante e de cara fechada, como por exemplo em três minutos aguar vasos de plantas. E se houver idoso ou doente em casa? Ela que peça licença ou demissão no emprego! No aniversário ou Natal, para elezinho, a bola ou a bicicleta. Brinquedos de menina são geralmente boneca, panelinhas e mini vassoura. Casar, dizem, é bom para o homem – a mãe não o requisita mais para nada, acabam-se os cuidados com irmãos mais moços; mau para a mulher – trabalheira com o marido espertão, malandrão, acomodado na poltrona. O solteiro terceiriza o serviço doméstico e justifica “uma senhora para faxina semanal e cuidar da minha roupa”. Ahn! E a justa remuneração? Vai alegar que é uma tarefa recreativa e esta colaboradora se sente honrada em servir a um ‘infeliz’ rei descasado? F I M
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Comentários dos leitores

Costuma ser assim, mas não comigo. Tarefas divididas, compras idem, ou seja, ela compra, "esquece" a bolsa em casa e........... Parabéns!

Postado por lucia maria em 20-03-2016

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