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CRISE NA MINHA COZINHA



					    
Ao contrário, ele “emagreceu” sem nos fazer engordar. O ovo de chocolate básico passou de 400 a 250 gramas, sendo que observei significante aumento no preço deste ovo pequeno, desprezado em 2015. Os gêneros alimentícios, mesmo dentro da validade, estão se estragando rapidamente ou já chegam do supermercado inutilizados, não dá para percebermos no ato da compra – ovos e leite, por exemplo, 3 a 5 prejuízos em cada dúzia. Em nova lista de compras, ‘mil e uma’ substituições para uma alimentação balanceada, ou seja, com os mesmos valores nutricionais. (Quantos anos até obter meu futuro diploma de Nutrição?) Foi-se o tempo da posta grande do avermelhado salmão, veio a sardinha, idem ômega 3 (li e memorizei: “gordura anti-inflamatória que ajudar a prevenir o diabetes e o câncer”). Menos carne /filé mignon, au revoir – dar vez ao lagarto redondo, também benefícios de ferro e vitamina B12/ e mais ovo, duas fontes de proteínas (também aprendi: “um ovo de galinha corresponde a cinco ovos de codorna”) a combinar com o clássico feijão-arroz. Frango ainda vai... – comprar aos pedaços, peito-coxa-sobrecoxa (proteína de boa qualidade e sem gordura), com menos ossos e pele. Azeite? Nacional sem passaporte europeu. Menos frituras – economia até de manteiga ou óleo. Frutas, deixar de lado o exotismo oriental – voltar à infância, à banana e à laranja. Verduras? Escolher verdes a dedo (agrião, “rico em magnésio, cálcio e vitamina k”). Legumes agora cozidos com casca, menos perda no descasque – minha mulher e eu viramos exímios depiladores de vegetal. Jogo de cintura e moderação da escolha, questionar preços (quando eles dobram, a ‘saída’ é inevitável) neste ou naquele local. Não perco tempo em analisar 14,2 ou 17 % de aumento – não sou economista, sou econômico. Carrinhos do mercado agora mais magros e consequentemente menos pesados. Culpa do clima – chuva em excesso de janeiro a março ou o fenômeno El Niño? Da oscilação do dólar? Não quero saber – cuido mesmo é simbolicamente do meu bolso......... ou da minha mochila. Refeição fora de casa só em datas especiais, como aniversário do primeiro encontro (ai que eu esqueça!), de vida (no mínimo, em despesa extra, orquídea lilás e caixa-surpresa para ela, coleção de cuecas coloridas para mim) e de casamento, ainda assim ‘estudar’ primeiro o ambiente... Ir de jeans? Não me exijam terno-gravata e preços a caminho do céu. F I M
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Comentários dos leitores

"É a crise..." que vai acabar quando??? Parabéns!

Postado por lucia maria em 20-03-2016

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