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CÓDIGOS



					    
Minha AMIGA não acredita (agora palavras dela) “nem põe crédito” em certas mensagens. Trabalha com jornais de diversas regiões brasileiras que recebe através de um amigo piloto da aviação civil. Não importa a cidade. Várias cidades... Os anúncios, constantes ao longo do ano, se repetem na mesma linguagem: “Doutor X (ELA narra e omite o nome destacado em classificados), do Hospital (idem nome secreto), por Deus e caridade, salve nossa filha especial acamada.” Procura-se um anjo?! Ora, indicação de rua, de celular ou caixa postal, detalhes que o médico já deve ou deveria saber há longo tempo... O médico não aparece nunca? A doentinha eternamente acamada? (Sim, tradução de ‘especial sempre, acamada somente agora’.) É possível até seriedade, mas são anúncios semelhantes, como se os demais, por falta de melhor inspiração, reproduzissem o recado original. Em diferentes e distantes localidades, mesmo cenário e mesmíssima situação de saúde mais prejudicada ainda? (Igualmente se divulga nos jornais, do Oiapoque ao Chuí, verdade (?) mítica, “trago de volta a pessoa amada em três dias”.) Às vezes, palavras são desnecessárias. Símbolos em códigos silenciosos. “Não se passa um dia sem que algo seja acrescido ao nosso saber, desde que suportemos as dores” - SAMUEL BECKETT (signo Áries, 1906/1989). O peixe era basicamente o alimento dos judeus antigos à beira-mar e virou símbolo do cristianismo, pintado ou gravado (não era nenhuma decoração) nas entradas das cavernas que serviam de local (de coração, sim!) para encontros religiosos clandestinos: Pedro e irmão André, pescadores no mar da Galileia. A flor ‘camélia’ era símbolo da libertação dos escravos brasílicos, fosse na lapela masculina, nas roupas femininas (não simples balaio para a moda, num jarro ou ostensivamente no jardim das casas. Ao final da década de 40, revista periódica semanal publicava em HQ as aventuras do casal Pafúncio & Marocas. Onde ele chegava, já havia o recado “Biriba esteve aqui” e para seu desespero jamais viu esse terceiro personagem. Frase nas paredes: “Biriba esteve aqui.” A piada se espalhou rapidamente, os diferentes grupos /sociais, profissionais e principalmente estudantis/ resumindo muitos segredos na frase em que o pretérito ‘esteve’ (e se ainda estiver de ronda, espiando à distância?) significava impedimento, vigilância, perigo, volte mais tarde... Dizem que nos anos 60 perna falsamente engessada era um código oposto ao de braço engessado (quais?)... - pesquisei na Internet, não descobri nada. Século XXI, 2016 tranquilo, estava tudo muito bem, tipo “bom dia, alegria!” - EU na fila para o elevador de um edifício comercial, no bairro do Tatuapé, fui gentilmente afastado e encaminhado para uma sala térrea, vazia, não me falaram ou perguntaram coisa alguma, não entendi o motivo do afastamento, imaginei que por certo ainda não haviam chegado as ‘outras’ pessoas (que outras? louras?), esperei longos minutos, desisti (de quê?), um homem de idade bem superior à minha pediu paciência, EU estava com a mochila-código, estampa casual de um tigre, “era” um deles, portanto deveria esperar (para quê?)......... Assumo que o empurrei... e corrigi o ‘lançamento contábil’, estornei, isto é, fugi para a rua - polícia não demorou a chegar, eu livre (teria sido bode expiatório kafkiano de que situação?), espiando de longe, e não entendi nada. Riso ou risco levado a sério. Tirei meus livros e larguei a mochila recém-estreada numa lixeira de rua. HQ - GENTE FINA, de BRUNO DRUMMOND - 3 ‘quadrinhos’ sem moldura. Amigo: “onde está aquela garota engajada? aquela garota contestadora e participativa?” Amiga: “no Facebook.” --- Mulher falando (mãe?), homem escutando passivo (filho?): “desconfio de ativistas... que acham que movimento social... é fazer social com a polícia...” // DUSTIN, de STEVE KELLEY & JEFF PARKER - 4 quadrinhos - Mãe: “como foi o seu encontro no almoço?” Filho: “Horrível! E então ficou pior! Estacionamos nossos carros no mesmo lugar na garagem... por isso tivemos de caminhar juntos pelo shopping!” Mãe: “Curioso!” Filho: “Nos despedimos, então ela entrou num elevador lotado... eu fiquei esperando o outro!” Mãe: “Você foi muito cavalheiro!” Filho: “O elevador demorou e ela almoçou com outro!” NOTA DO AUTOR: PAFÚNCIO & MAROCAS (ou vice-versa), versão brasileira - De uma tira de quadrinhos criada pelo cartunista GEORGE MCMANUS em 1913, casal original “Maggie & Jiggs”, filha “Nora” (5 filhos em outra pesquisa). Ele teria enriquecido jogando na loteria. F I M
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Comentários dos leitores

De fato, é de se desconfiar - criança especial acamada no Brasil inteiro?! Adoro criar códigos para um amigo, mas especial em "outro" sentido... Parabéns!

Postado por lucia maria em 26-11-2016

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