Página inicial do portal Autores & Leitores
Quem  |  Autores  |  Leitores  |  Associados  |  Mural  |  Dúvidas  |  Contato  |     PUBLICAR    |
Entrar | Registrar
 Esqueci minha senha
Anúncio ebook Vigilante

Área dos LEITORES

Colunistas

Autores Consagrados

Quadrinhos

Bibiotecas Virtuais

Livros

Novos autores

Downloads

Lançamentos

Ofertas

Informações

Autores & Leitores  >  Leitores >  Novos

Apresentação de trabalho publicado

Caro leitor,

Sinta-se à vontade para ler este trabalho e deixar seus comentários.

Bons Textos!




< Visite a Página Pessoal de ATHINGANOI >


ANTES DO "OVO", EM PÉ, DE COLOMBO



					    
Como colocar um ovo em pé? Facil: quebrando parte da casca. Ahn......... - - - - - Entre os povos pré-colombianos nem melhor nem pior: culturas diferentes, só isso. - - - - - 1---ASTECAS, região do atual México - Origem: tribo de caçadores e agricultores vindos do Norte. Início do império - ano 325. Séculos XIV-XV, para os conquistadores espanhóis, não apenas as surpresas de flora, fauna é pessoas com outra cor de pele... e sim, numa população de 15 milhões e cerca de 500 cidades, sociedades bem organizadas, igualdade entre os sexos (mulheres podendo até disputar posições no exército, vários setores sociais e até serem rainhas) e preocupação com educação. Por influência tolteca, povo que dominaram, escola (telpohcalli) com frequência obrigatória, dos 5 aos 16 anos, onde estudavam funções desempenhadas na sociedade e serviços domésticos - universidade (calmecác) para a elite - aprendiam a língua oficial (náuhatl), escrita ideográfica (tlacuillo) e a língua de povos contemporâneos; visão democrática e grande mobilidade social, jovens pobres destacados freqüentavam a universidade junto com a aristocracia. Facilidade para aprender latim com os frades franciscanos que os foram “catequizar”. Sistema a um tempo liberal e rígido: não preconceito contra prostitutas, homossexuais e pobres; punidos crimes cometidos nas esferas mais altas; respeito aos mais velhos e outros grupos, em especial professores contadores de estórias; academia de letras para oradores e poetas. Vida cotidiana registrada em códices em papel amate, espécie de cortiça. Muita religiosidade, paredes das casas com pinturas de deuses, alguns rituais parecidos com os do cristianismo, cada segmento social com seu próprio deus. tudo muito ligado à natureza - Huitzilopochtli, deus da guerra e do sol, era o principal guardião da capital Tenochtitlán (um deus enfurecido alertava contra o perigo das drogas). Acreditavam em vida após a morte; quem morresse como herói, seria levado aos deuses sob a forma de estrela; sem lutar, vagaria pelo universo. Até hoje os mexicanos comemoram o dia ou dias dos mortos, recebendo estes visitantes; na tradição, no dia 28 de outubro os espíritos das crianças retornam, guiados por lanternas (senderos luminosos) e flores amarelas; dias 30 e 31, são os adultos e idosos, com grande festa a 1 de novembro, retorno aos jazigos no dia 2. Neste povo, sacrifício humano tinha um significado de não rito macabro e sim a ‘vítima’ se transformando na própria divindade, virando um arquétipo dos deuses. Prisioneiro de guerra subia as escadas da pirâmide, o coração era retirado e comido pelo sacerdote. Para espanhóis, sangue = sacrifício; para os índios, sangue = vida. Pelo dia do nascimento, astrólogos diziam as características da pessoa; crianças mal vistas as nascidas em dias ditos azarados. Sistema social organizado em bairros (calpulli), povo dividido pelas categorias profissionais: comerciantes, artesãos, magistrados, juízes, guerreiros e militares - havia ainda um misto de comerciante-espião, que visitava comercialmente outros reinos, “convidando” para submissão ao rei asteca.. ou era guerra entre os dois povos, na intenção de lucros através da cobrança de tributos e captura de escravos. Exímios tecelões, arquitetura desenvolvida, casas bem divididas - cômodos separados, jardins internos e saunas. A metrópole Tenochtitián (significa ‘perto do fruto do cato sobre a pedra’) ou México (significa ‘no meio do lado da lua’) encantava pelo tamanho e pelas pirâmides; espanhóis (momento em que os astecas aguardavam um deus para assumir o trono) foram bem recebidos com taças de chocolate, até então desconhecido, mas queriam muito ouro - o governante foi morto, o sucessor ainda resistiu, mas em 1521 o império foi subjugado. Do encontro de ameríndios e conquistadores, surgiu um novo inteiramente novo em que a cultura popular segue os antepassados com orgulho e o bilinguismo constitucional, espanhol e náhuatl. LEIAM meus trabalhos “Cinco sóis”, “Mito da criação” e “Ollantay. FONTE: "Um povo além do seu tempo" - Rio, revista Nós da Escola, SME, n. 51/2007. F I M
Copyright ATHINGANOI © 2017
Todos os direitos reservados.
Este trabalho já foi visitado 49 vezes.

ENVIE este trabalho para um(a) amigo(a). ESCREVA para ATHINGANOI.

Comentários dos leitores

Conta-se que descobrir a América foi tão fácil quanto botar um ovo em pé - inteligência + criatividade. Parabéns!

Postado por lucia maria em 21-03-2017

COMENTE ESTE TRABALHO, DIZENDO QUAL FOI A IMPRESSÃO QUE ELE LHE CAUSOU.





AJUDE-NOS a manter o bom nível deste portal!

Se você achou que este texto é ofensivo, imoral ou que fere
a nossa POLÍTICA DE USO, por favor, AVISE-NOS!




Autores & Leitores
  • Copyright A&L © 2005-2013
  • Todos os direitos reservados.