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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE XIX



					    
Iluminação pública precária - por mais de trezentos anos, lampiões a óleo de baleia, isto é, óleos animais e também vegetais. A iluminação a gás foi novidade a partir de 1854, no Segundo Reinado. Espalhados pela cidade, lampiões de ferro ou bronze, a gás, substituindo os de óleo/azeite, mudando a iluminação de algumas ruas da cidade, o que tornou as noites mais claras. Em algumas ruas do centro, velhas luminárias a gás, os modelos mais antigos do Rio, funcionam como viagem no tempo, entre final do século XIX e início do XX. Na rua Gonçalves Dias, dois exemplos em forma de arco (relíquia carioca inexistentes em outras cidades) datam de 1860, resistentes a inovações tecnológicas e modismos no espaço urbano - estilo art nouveau, em ferro esmaltado e cobre, restauradas em 1900, quando a região era a vitrine chique da cidade; idem nas ruas Sete e Setembro e do Ouvidor, às quais Machado de Assis chamava de “via dolorosa dos maridos pobres”, três ruas das grandes casas de moda e joalherias. Antigos lampiões deram lugar às lâmpadas elétricas. O município de Campos foi o primeiro do Brasil a receber iluminação elétrica nas ruas, em 1883; no Rio, somente com as reformas urbanas de Pereira Passos, sistema inaugurado em 1905 com a abertura da Avenida Central, nova iluminação no canteiro central, ainda postes e lampiões a gás nas calçadas laterais. O lampadário de 1905, no Largo da Lapa, obra do mexicano Rodolfo Bernadelli, foi encomenda de Pereira Passos para a abertura da rua Mem de Sá naquele ano. Em 1908, centenário da abertura dos portos comemorada com a iluminação do conjunto arquitetônico em frente ao Hotel Glória, projeto do francês Eugene Benet, 2 estátuas de bronze e 24 luminárias em ferro fundido. No Largo da Carioca, ainda existe um famoso lampadário de cobre, estilo eclético, de 1909 - no alto, charmoso relógio de 4 faces, decorado com 3 figuras alegóricas de sereias aladas que representam o comércio, a indústria e a navegação. Também se destacam as luminárias do Campo de Santana e do Passeio Público; na Praça Paris, construída em 1926 com desenho do urbanista francês Alfred Agache, elas iluminam um típico jardim parisiense. FONTES: “Luzes da cidade; relíquias que iluminam o Rio” - Rio, jornal O GLOBO, 21/6/15 --- Livro “Gente do Rio, Rio da gente”, 1996. F I M
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Comentários dos leitores

Conheço gente com ascendência (bi ou trisavó, talvez), de quem ainda restauram estórias desse lampião antigo. Boa pesquisa. Parabéns!

Postado por lucia maria em 03-06-2017

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