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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE XXVI



					    
Parece piada (chiste em Portugal), mas não é! --- Sob encomenda pessoal de D. PEDRO II, sagitariano (intelectual) de 2 de dezembro, ou da Corte, num sentido geral, muitas décadas depois é que foi pintado em Florença/Itália , terra das artes, 1888, o quadro “Independência ou Morte”. Portanto, o autor PEDRO AMÉRICO, taurino (cabeça dura) de 29 de abril /ainda não nascido em 1822/, jamais poderia dizer “Meninos, eu vi!” - na verdade, não viu, mas muito imaginou. Feliz realização. --- Lenda, possível de não ser lenda, em termos educados e sociais. O ainda jovem PEDRO (nas cartas amorosas e eróticas, assinava “Demonão”), a minutos de ser PEDRO I, não teria ido ao mato catar carrapato e sim aliviar-se de um súbito mal-estar (eufemismo, suavização da desagradável verdade)... intestinal. Sabe-se como é, encontro tinha sido clandestino, jamais belo traje oficial cheio de dourados e nem acompanhado de grande comitiva; briguinha com a amante/amada DOMITILA, capricorniana (perseverante) de 27 de dezembro, ciumada boba, a mucama quis agradar e fez legítimo pudim conventual de gemas (11 gemas + 1 ovo inteiro)... ou ovos queimados? - ambos os doces, receitas portuguesas... Acontece, pode acontecer com qualquer pessoa nas horas mais inusitadas... Viagens longas eram feitas sobre o lombo de um burro (no empoderamento feminino atual, mula para se eternizar da estória para a História). A caminho, recebeu cartas do ministro imperial JOSÉ BONIFÁCIO. Geminiano (versátil) de13 de maio (poderoso nome desde aquela época ainda sem televisão) e da ‘quase’ imperatriz (consorte ou com sorte?) LEOPOLDINA, aquariana (planejadora) de 22 de janeiro (esta seria uma governante forte, diplomática e bastante honesta, modelo até nossos dias), Impulsivo, libriano (sensual) de 12 de outubro, talvez balança irregular de ‘dois-pesos-duas-medidas. Ah, sem dúvida alguma, levantou a calça (há quem diga ‘aS calçaS’), discurso lusitaníssimo sem censura (ainda não tinham inventado gravador fidedigno para repórter), e saiu o brado (berro ou grito seria menos chique) “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!” - não exatamente às margens do riacho Ipiranga (palavra indígena tupi: y, rio, pyrang, vermelho - água vermelha ou água barrenta, mas no alto de uma colina próxima, a tropa esperando com respeito, porque nem sempre rir é o melhor remédio (duplo sentido - por certo, sem goiabeiras /vulgo ‘chá-de-rolha’/ no local) ......... --- Salada de signos!!! --- Depois, já no Rio de Janeiro, calmo, feliz e consciente, pensou na necessidade de uma bandeira. De imediato, DEBRET, ariano (competitivo) de 18 de abril, aquele da Missão Francesa de 1816, ‘quebrou o galho’. Cores? PEDRO insistiu: o verde veio da Casa Real de Bragança e o amarelo da Casa Habsburg da Áustria - “justo, muito justo, justíssimo”, valoroso JOSÉ WILKER, leonino (misterioso) de 20 de agosto -, ou seja, escolha respectiva como homenagem às famílias do primeiro casal de imperadores, Dom PEDRO I e Dona MARIA LEOPOLDINA. --- Relógio gira. Total de três bandeiras depois que deixamos de ser colônia neste 7de setembro. A segunda bandeira, às pressas para substituir a bandeira imperial quando o Brasil virou República, provisória, praticamente imitava a dos Estados Unidos (de um colonizador a outro?!) foi logo substituída e a atual bandeira adotada oficialmente em 19 de novembro de 1889. As cores permaneceram, o circulo azul sendo ma imagem da esfera celeste, inclinada segundo a latitude do Rio às 8:30, hora e local aproximados do dia da Proclamação da República, as estrelas representando os estados da federação - lema “Ordem e Progresso” atribuídos ao filósofo positivista francês AUGUSTO CONTE, virginiano (trabalhador), de 5 de setembro. Única bandeira do mundo que usa 3 elementos geométricos fundamentais, neoplatonismo da maçonaria e do positivismo: quadrado (no retângulo), triângulo (no losango) e círculo. NOTA DO AUTOR: Segundo certos dicionários, forma gramaticalmente correta “as calças”, forma popular “a calça”, porém ninguém diz “as tesouras” ou “as balanças” para uma única unidade. F I M
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Comentários dos leitores

De fato, estas coisas podem acontecer a qualquer momento... Pior que tragédia grega sob temporal em teatro sem teto (porque a água lava tudo). Parabéns!

Postado por lucia maria em 25-06-2017

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