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A VASSOURA: MENTIRA, "OITAVO" PECADO CAPITAL



					    
Vassoura é símbolo nacional, mistura cultura exibitória, “fi-lo porque qui- lo”... uniforme safári no Planalto, miss de saiote e atitudes até hoje enigmáticas. Sem herdeiros, por favor! Bom, tem aquele dançarino maravilhoso que ultrapassou a limpeza do Sambódromo, viajou pela Europa, foi ser universitário e (queira o Criador na linguagem judaica) tem brilhante futuro para acontecer. Tenha este continuadores, sim. O Cristo Redentor, ‘acariocado’, lá do alto abre os braços para todos os civilizados promissores! Há tempos contei sobre um varredor novo (duplo: idade e recém-chegado) num espaço grande de sítio, altamente fantasioso, que só varria folhas secas aos pés da mangueira mais alta e produtiva, e - sem ser contista ou cronista - relatava as mais absurdas estórias desde “multa de dois milhões” a um avô, pois a chuva molhava a calçada (não entendi), a citar artistas televisivos que o visitavam (?) em casa todas as noites... Um homem muito mais velho, idade para avô, chegou com a função mínima de renovar e sementear uma jardineira, elogioso trabalho, e acabou substituindo o mentirozinho, para alívio geral dos moradores. Muita paz. Simpático, não incomodativo, bom colaborador. Mas - não sei se isto foi um começo de também idéias criativas - soube minha amiga formada em Letras, fã dos meus escritos, estante da casa com muitos livros, e passaram a conversar. Resolveu contar estórias (novamente absurdas) também. 1-Num cargo antigo de chefia, desentendeu-se com uma subalterna e escutou o resmungo: “Por isso que curso faculdade - para não ser mandada por chefe burro...” Ora, no relato, ele teria comprado uma dúzia de rosas vermelhas, entregou calado e a moça chorou, sem se justificar. Não é o ponto final da narrativa. Circulou pelo bairro com o carro, reverter a ofensa, e do nada teve a ideia de também cursar um das faculdades locais, particular. De outro ambiente, conhecia o secretário e solicitou matrícula. “Em quê?” Ficha cadastral preenchida. Ideia alta do candidato. “Põe aí meu nome em medicina...” (Ao ‘relatar’ agora o passado, não refletiu ou nem deve saber medicina em 6 anos, horário integral: trabalhar para seu próprio sustento, como?!) Não havendo tal curso, nem escolheu: “...põe aí qualquer coisa...” - ora, faculdade não é botequim, trocar sanduíche de pernil por cinco balas de amendoim. Resposta do tal secretário: “Prova daqui a quinze dias.” Não é assim - há o período certo para vestibular, que poderia ser dezembro ou janeiro... Enfim, contou que conseguiu livros emprestados......... Nisto, desculpa comum no sítio, campainha do portãozinho tocando (a ‘ouvinte’ da confidência nada ouviu...) e não houve continuação do ‘conto de... não fadas’. Cursou o quê? Aprendeu? Diplomou-se? Verdade nunca! 2-Fato anterior ou posterior, não explicou. Sargento da farda verde comandava muita rapaziada e ofereceu uma festa, salão fora do quartel, convidando todos os cabos. Tempo de raras (ou nenhuma?) mulheres aquarteladas... Narrador conheceu uma jovem (não descreveu traje dela, no dia), logo passaram a namorar; em seguida, colegas o avisaram que ela era sargento, posto superior ao dele - então, a conheciam, farda no corpo, funções militares, sem invenção. Casaram. (Pulo sem detalhes.) A princípio, ela não ia ao quartel, alegou férias. Possível. Usava saia verde e blusa caqui, destacáveis divisas somente na rua, tirava da roupa a passos do portão de casa. (Aí, eu pergunto: e o salário?) (Sempre narrativa pulada.) O nome dele não consta de quartel nenhum... Um oficial não quis ofender explicitamente, mas alertou discreto sobre a falsa ideologia e que ele poderia também ser preso por cumplicidade. Bom, ao final de algum tempo (quanto?), alegando paixão que o cegava, é que ele “começou” a desconfiar... (De quê? - pergunto eu.) Encontrou por acaso um oficial psiquiatra que o advertiu sobre ficar louco em conviver com uma louca, de posição inexistente. Certo dia, ela o esfaqueou em várias partes do corpo; no hospital, ele alegou desentendimento entre o casal, sugeriram desquite (antes de 1975), mas havia uma filha pequena e......... Estória interrompida, muda campainha do portãozinho “outra vez”......... Na terceira estória (que não haja!), minha amiga não mais manterá a respeitosa paciência! Em todo caso, tenho assunto vivo para as minhas estorietas. LEIAM meus trabalhos “Varredor novo” e “De onde menos o mundo espera... sai coisa boa!” F I M
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Comentários dos leitores

O nome DELA é que não constava de quartel nenhum - ele era cabo. Paixão cega homem idiota e às vezes traumatiza pelo resto da vida. Mais comum do que se pode calcular. Parabéns!

Postado por lucia maria em 30-07-2017

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