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CULPADO OU INOCENTE?



					    
Amigos (ou inimigos?) fazem às vezes brincadeiras pesadas. “Às vezes” somente, não: brincadeira de macho é quase sempre ou bem perto de uma luta de boxe... com golpes baixos. Após o expediente normal na empresa, ELE foi convidado (só homens!) a estrear um brinquedo de ‘menino grande’, mesa de sinuca na garagem da residência de um companheiro de trabalho. No entusiasmo de pegar no taco, um dos fulanos derramou sem querer um copo inteiro de cerveja na camisa dele (que não ingere álcool nunca!) e outro derramou vinho, bebidas inconfundíveis, bastante olorosas... Uma menininha de 3 anos veio espiar, gostou desse “tio”, deu um bombom, ELE colocou no bolso para suavizar a garotinha ‘reclamadeira’. Chegaria bem tarde em casa, o conserto de arredondar milhares de “parafusos quadrados” (linguagem da mulher que nunca foi lá, nem sabe as tais peças metálicas que fabricam) já terminara, não queria inventar hora-extra, um dos caras, leitor assinante de jornal carioca, “ensinou” a ELE falar assim ‘meia verdade’ (fusão de omissão com vago teor de mentirinha). Não estavam numa casa de família - companheiro de trabalho, esposa deste, filhos e até babá? E então?! Bastaria dizer: “Fui na casa do Telmo.” Fácil. O meio-culpado, meio-inocente (ou excessivo confiante ou nada malicioso?) me-mo-ri-zou. Acontece que ELA desde criança lê este jornal também, o pai comprava diariamente e a presenteou, agora longe de casa, om assinatura. Leu uma coluna com citação a “certo” assunto, nova gíria feminina, em que as ‘meninas grandes’, para disfarçar em tagarelice confidencial, apenas trocam a ordem das sílabas... O (culpado ou inocente?) marido???......... Escolher entre três meses de sofá-cama ou divórcio imediato pensão altíssima, viver s o z i n h o. (Aprendeu que, para não ficar em apuros sem advogado e boa testemunha, nunca se deve fornecer provas contra si próprio. Por muita sorte, descobriu em outro departamento um funcionário de nome Telmo, perigosíssimo galã bonitão, quase 1.90, espadaúdo, olhos verdes, boa conversa, porém convidado ‘gentil e amistosamente’ a agora fazer parte dos sinuqueiros e exibir... - leitor muito malicioso!!! - a carteira de identidade a todas as esposas dos outros.) FONTES (para inspiração): Coluna GENTE BOA, equipe, e HQ “Zoé e Zezé”, de J. SCOTT & R. KIRKMAN - Rio, jornal O GLOBO, 21/7/13. F I M
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Comentários dos leitores

Tem jeito de inocente. Acreditou ingenuamente no outro, mas RAGNAR é marido fiel. Contudo, eh daria castigo - sozinho, no mínimo 5 noites no sofá. Parabéns!

Postado por lucia maria em 16-08-2017

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