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ERA UMA VEZ "CERTO" ACENTO AGUDO



					    
Conto de doce FADA ou de BRUXA braba? Não sei o que ELE viu de errado ou diferente na garota (EU a aturo selvagem e esbravejante, mas me divirto - brigamos cerca de 360 dias por ano, o que absolutamente e muito normal) que tentou dominá-la; como ELE dizia, “civilizá-la”. Digitavam-se, o cara do tipo mandão: ‘Se-fosse-minha-filha-eu-dava- umas-boas-palmadas’... (Sujeito chato!) “Comporte-se. Muito respeito no trabalho. Discreta, sempre. Não use saia curta ou blusa de alça estreita - cole um bilhetinho na porta do armário de roupas. Pouca intimidade com a sua chefe advogada, que me parece ma pessoa muito suspeita”... (De quê?) “Você escreve para aquele paulista? (Era EU.) Tenho umas boas verdades para dizer a ELE. Não sou ciumento, não tenho esse direito, mas ELE é muito abusadinho... Amigo muito mais velho, só eu, que sou uma pessoa de muito respeito.” Dizia-se excelente cozinheiro familiar e doceiro. Para conquistá-la, pedia receitas de doces de ovos e debochava de mim que EU não sabia nem ferver água. Dava ordens em frases longuíssimas. “Pastel com caldo de cana é muito pesado. Com pastel, e não compre os de queijo, muita gordura junta, escolha carne moída ou palmito, camarão é perigoso, tem que ser um refrigerante de cola. Qualquer, mas de cola. Bote bilhetinho na bolsa para jamais esquecer.” A coitada teve até um pesadelo: pastel enorme abria imensa boca, avançava para devorá-la, a ‘língua’ era uma garrafa deitada do tal refrigerante escuro, acordou aos gritos. Na hora do lanche, bem que tentou, mas o gosto do caldo de cana agora lhe “pareceu” muito ruim, engasgou-se, um horror de agito na pastelaria, assopraram no ouvido, deram água gelada. Via a figura dele com gesto de ‘não, não, não”, No aniversárto dela, enviou imenso poema em que EU fui citado como amizade nociva, negativa, e um monte de desenhos coloridos - bonecos, bichinhos e flores com frases conselheiras e filosóficas. Gente rebelde, como “determinada pessoa” que conheço muito bem, faz exatamente o contrário só para chatear. De repente, segundo semestre, ELE trocou de residência, alegou sem Internet durante meses e de raro em raro mandava curta mensagem de lan house ou do local de trabalho. Eternas ordens que ELE intitulava “conselhos e sugestões de alguém muito experiente na vida que só deseja o seu bem” - o talzinho sempre se exibindo em rimas: -ém, -em. (Eternamente tentando me ridicularizar.), “O paulista ainda lhe digita?” Se a garota é muito maquiavélica, não sei, mas é muito astuciosa. Como se diz popularmente, nunca dá ponto sem nó... ELA? Dá ponto com nó, sem nó, capaz até de costurar... sem linha. O peixe morre pela boca, se ilude fácil. Diariamente dava “Bom dia’, mesmo que ELE não lesse e menos ainda respondesse. Sim, de grão em grão a galinha enche o papo e ELE se iludiu com 30 ou 60 ou 90 cumprimentos diários iguaizinhos - duas únicas palavras: “Bom dia”, assiduidade e sedução. Uma quase hipnotizadora. Ao final de algum tempo, ELE reapareceu e a primeira mensagem incluía uma crítica irônica sobre mim, se EU “continuava assíduo” e fizera também algum poema “ilusório” na ausência dele. Passou a indicar para ELA livros teológicos, filosóficos ou de auto ajuda e enviar frases e pensamentos ‘horrorosos” (a garota me digitou). EU sempre soube que ELA detesta tudo isso, Reclamou. ELE foi severo - a recusa deveria ser “influência daquele paulista desagradabilíssimo!” Sou um quase santo. Se ELA “armou”, não sei, ou melhor, desconfio, ou melhor, tenho a mais absoluta das certezas Cursou secetariado, com especialização em língua portuguesa. Claro que conhece bem ortografia, a letra certa, m antes de p e b 9ª mamãe perto do papai e o bebê), acentuação, pontuação... O cara é professor de português e sempre a elogiou. Discordavam muito (mais ainda???) ultimamente . Não sei se abraço” ou “boa noite”, ELA mandou simpática mensagem e escreveu “retribúa”, terrível acento agudo na letra “u”. Se era cãsca de banana para ELE cai, deu certo... porque caiu mesmo. O bobão escreveu que ELA deveria estar num período psicológico muito difícil, de tremendas afições, instabilidade emocional. Bobagem. Diz-se um homem inteligente, mas não percebeu nada. ELA é que cria instabilidade nos outros, essa terrível “princesa de *Maquiavel”... “Como uma senhorita tão esperta e inteligente colocou um acento agudo naquela palavra?” Só faltou que ELE indicasse um psicólogo............... Como EU alerto sempre, “quem diz (digita) o que quer, sem pensar, escuta (lê) o que não quer”, ELA atacou violentamente, muitíssimo pior que onça pintada defendendo a cria porque sente tudo o que pensa e escreve como ‘filho’ dela. Sabia que a tal palavra não recebia acento. Analogia com ‘rua’. Se ‘rua’ não tem acento aguda, ‘retribua’ também não tem. ELA “não sabia explicar’ (mago RUBEMAR adivinha tudo!) porque escrevera errado (certamente para provocá-lo, EU aposto!) e não estava com problema algum. Pensou em mim ao mandá-lo “lamber sabão” porque EU a mandei e estou arrependido até hoje, me penitenciando com orquídeas e rosas. E-mail imenso neste minuto, ELA irritadiça, não li, mas comentou comigo o discurso. Má fé ou exibição de cultura? Não sei. Dela espero até a criação de uma futura Torre de Babel contemporânea ou uma nova bomba atômica. Terminou o gigantesco e-mailzão com: *DELENDA EST CARTHAGO - em maiúsculas, letra grande, cor vermelha guerreira de Áries, o meu signo - o terceiro e vitorioso vértice do triângulo - tai, gostei. Nada a ver. Frase totalmente fora de propósito, mas a intenção talvez fosse querer a simbólica destruição dele não sei. Escreveu frase latina porque ELA sabe que sou simpatizante do idioma. E em seguida, que desistisse dela, não aceitaria pedido de desculpas e deletaria sem ler (duvido!) qualquer bobagem que ELE ainda ousasse escrever. Meses depois ELA me jurou (dedinhos cruzados nas costas?) que não foi uma recaída - terrível se ELE imaginasse tal coisa. Existe em Entrada um antigo presentinho dele - links de cidades, castelos e palácios do mundo inteiro. Errou (lapsus digiti?) - erro involuntário de dedos? - posso acreditar?) sem querer encaminhou para ELE mesmo, como se fosse uma tentativa de reabilitação. Ainda bem que ELE não respondeu. LEIAM meu conto “SABIDÃO JAMAIS ENGANADO”. NOTAS DO AUTOR: IL PRINCIPE (italiano) - livro de 26 capítulos escrito em 1513 por NICOLAU MAQUIAVEL, primeira edição póstuma em 1532: como construir um estado moderno , conduzir-se nos negócios públicos internos e externos, e fundamentalmente conquistar e manter um principado. DELENDA EST CARTHAGO (Cartago deve ser destruída( - Expressão latina atribuída a Catão, o Antigo, que a pronunciava ao final de todos os discursos, não importava o assunto tratado, no Senado Romano durante as últimas Gueeras Púnicas, por volta do ano 150 a. C. - Cartago, a mais séria concorrente de Roma no domínio do Mar Mediterrâneo. Metáfora de uma idéia fixa que se busca sem descanso até que seja concretizada. F I M
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Comentários dos leitores

O cara que 'sabia' tudo, não sabia era nada... Sabidão zero. Bobão total. Boa estória. Parabéns!

Postado por lucia maria em 19-08-2017

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