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ANEDOTÁRIO POPULAR-PARTE II



					    
ANEDOTA ou PIADA (CHISTE em Portugal) é pequena estória para provocar risada - contada oralmente, escrita ou desenhada. 1-Monstro pré-histórico vê árvore frutífera, “Oba... uma macieira!” Vai embora, barriga cheia, tronco ruído da raiz ao início dos galhos, frutos incólumes. // 2-Mulher reclama que o relógio caiu da parede e quase bateu na cabeça da mãe dela. Marido, tom de voz revoltado: Maldito relógio sempre atrasado!” // 3-Lourona boazuda, roupa curtíssima decotada, semi deitada no divã do analista nanico, bustos de terapeutas enfeitando o consultório: “Doutor, há cinco anos estou esperando o senhor me dar alta...” “Por que tanta pressa?” ----- Morena boazuda de ‘biquiníssimo’ na praia, homem nanico em casacão peludo e cachecol. “Inverno caioca!” ----- Boazuda de biquíni na praia: “Desculpe, o senhor está me olhando desde que cheguei. Quer alguma coisa?” Ele: “Minha filha, na minha idade o visual é o ponto de partida para a imaginação do virtual...” ----- “A boazuda beijando marido na testa, catálogo de loja na mão: “Meu amor, está tudo a preço de banana!” O cara, ar de enfezado: “Você também com mania de grandeza?!” (LAN, caricaturista italiano, radicado no Rio de Janeiro - cartum Caricaturas) // 4-Ortografia ‘traduz’ a piada. O jogo dos verbos. A professora carioca pede à Mariazinha um exemplo de verbo. “Bicicreta!” Professora diz que não é verbo, corrige a pronúncia, pede ao Pedrinho um verbo. “Prástico.” Nova correção. A menina exibidinha grita: “Hospedar.” “Muito bem!” - diz a (já im-)paciente professora. Agora forme uma frase com este verbo!” Aluninha com um sorriso: “Os pedar da bicicleta é de prástico.” // 5-Menino observou que a mãe tinha vários cabelos brancos e perguntou a razão daquilo. “Cada vez que você mente ou esconde algo de mim, eu acabo descobrindo, fico triste e um dos fios fica branco.” Menino espertão, contestador, talvez futuro e brilhante advogado: “Mãe, por que todos os cabelos da minha avó são brancos?” // 6-Fazendeiro mineiro na rede chama o neto: “Diproma, traga suco de carambola para o meu amigo paulista...” Ante a curiosidade do visitante, ele explica: “Eu chamo esse menino assim porque mandei minha filha estudar em ‘beagá’ e depressinha ela voltou com ele!” // 7- Botequineiro paulistano do ‘Bixiga’ descobriu que o papagaio ligava para o tele-sexo e o colocou de castigo, pendurado na parede com as asas abertas na entrada do estabelecimento. Ao ver certo homem pendurado na cruz, a ave puxou papo: “Cara, como é teu nome:” “Jesus”, respondeu a figura no quadro. “Quanto tempo faz que tu ta aí?” “Mais de dois mil anos...” “Caraca, ô meu! Pra quem tu ligou:” // 8-Manuel-San vivia implorando ao diretor do teatro para ser figurante. “Certo. Quando o ator principal queimar a carta, você deverá dizer só isto: Hum, que cheiro de papel queimado!” Na hora do espetáculo sumiu o isqueiro e a improvisação (perfeita!) foi rasgar. ‘Caco’ do... japonês: “Hum, ki ‘chêlo’ de papel rasgado, né?” // 9-Na aula ecumênica, a professora perguntou aos alunos quem foi o homem mais importante do mundo. Eles chutam: “Einstein?” “Churchill?” Meu vizinho DAVIZINHO levanta o dedo: “Jesus!” “Isso mesmo. Hoje vamos falar sobre ele... Mas você, menino, é judeu...” “Bem, professora, ‘business’ é ‘business’ e meu tio tem uma fábrica de bombons e ovos de chocolate.” // 10-Português típico luso antigo bigodudo-barbudo, trajado à séculos XV-XVI, levantando toalha de mesa sob a qual está um quadro com mapa de pais ‘não muito magro’ (triangular-isósceles, dois lado iguais e um menor), vértice para baixo: “Descobri o Brasil!” ----- Navegador parecido, Brasil vertical como pessoa, ele ri e segura um cobertor com: “Adoro ser problemáica!” (Na atualidade, esta AMIGA coloca problemas BA cabeça alheia e se diverte com o meus, de verdade, dos quais me diz “imaginários, incongruentes de eterno menino grande!” (MIGUEL PAIVA, criador da personagem feminina franjas. Pergunta de nativo do século XX: “Quando Cabral o descobriu, será que o Brasil sentiu frio?” (JOSÉ PAULO PAES, jogos verbais em “É isso ali”, 1984) // 11-Secretário, papel na mão: “Meu projeto para salvar as baleias, deputado. “De que partido elas são? ----- Dois espectadores no cinema, um fala: “Já vi esse filme. A democracia morre no final...” -----Homem isolado numa ilha: “A busca eterna por felicidade faz crescer a indústria de medicamentos. A paz em caixinhas... foi assim que muitos encontraram a alegria. Os fabricantes de remédios, por exemplo.” (HQ - A cabeça é a ilha, ANDRÉ DANMER) // 12-Minha AMIGA carioca geminiana me enviou antigo quadro colorido, ‘seriado’ de piadas independentes em jornal do Rio, um pouco da ambigüidade feminina. Sentada na cama, camiseta colorida ou baby doll (ela, na verdade, não fuma), imagem única dividida em 6 partes, como visão fora da vidraça. “Homens, problema... Sexo, cada vez mais problema... Dinheiro, problemão... Prazer, problemaço! Neuras, que problema!” Deitada, mesmo traje, sorriso tranquilíssimo, cinzeiro atirado longe, auto crítica e ironia em dimensão muito humana. “Adoro ser problemática!” (Muito mais depressa, na atualidade, minha AMIGA coloca problemas na cabeça alheia e se diverte com os meus, de verdade, dos quais me diz “imaginários, incongruentes de eterno menino grande”!) (MIGUEL PAIVA, criador da personagem RADICAL CHIC em 1982) NOTAS DO AUTOR: SÃO FRANCISCO XAVIER - De origem rica, Ariano de 7 de abril, missionário do padroado português e do apostolado espanhol, pioneiro e co-fundador da Companhia de Jesus, exerceu atividade missionária no Oriente, especialmente na Índia e no Japão, no século XVI. Não tenho como afirmar a nacionalidade do personagem na piada número 8. // CACO - Fala improvisada para ampliar o texto ou corrigir algum erro de esquecimento em cena. De repente, pode ser repetido e se eternizar até mesmo como licença poética. Não vi a cena original, porém o “Não estou disposta” de um tanto recente novela virou meme e se repetiu em outros conteúdos televisivos e na vida real. // MEME - Termo criado em 1976 por RICHARD DAWKINS no livro em que teoriza a amplitude de informações culturais; modernamente, é o termo que descreve um “conceito” que se espalha na Internet”. F I M
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Comentários dos leitores

Diferentemente da personagem d novela(não assisti!), estou sempre disposta a ler em primeira mão, corrigir sem salário nem orquídeas, e aplaudir. Parabéns!

Postado por lucia maria em 27-08-2017

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