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DNA LITERÁRIO-PARTE II



					    
----- Tenho uma AMIGA idosa bastante culta e em conseqüência divertida. Conheço, ó, há mais de vinte anos... ou desde outras encarnações. Signo Gêmeos. Sou orgulhoso Ariano. Combinação tumultuada, contudo feliz e bastante complementar. Que Minerva e Marte sempre nos ajudem! De repente, ELA me comunicou que pesquisava (imaginem!) desde dezembro de 2010, nas salas de bate-papo, aparentemente cenário de total contraste, para uma palestra escolar que daria sobre “O Sexo na Internet”, com base ilustrativa em contos de fadas. Selecionada a especial plateia de pré-adolescentes, jovenzinhOs e jovenzinhAs. Oh, sim, ‘achou’ muitas pessoas em diferentíssimas cidades brasileiras, adaptando teoricamente como castelos, reis, príncipes (os verdadeiros e também os falsos, mascarados m bonzinhos), fadas, bruxas, sapos, dragões... porque princesa era a “mocinha”, na corda bamba de ser enganada ou não por vilões com falsas e “lindas” promessas. Com os meninos, a mesma coisa. Muitas vezes, um “dragão’ oferecendo passagem aérea para a menina ou o menino se deitar com ELE. A falsa proposta é geralmente a mesma: “tirar-foto-e-ser-aeromoça-ou-modelo-internacional- famosa-como-Gisele” ou ser “jogador-de-futebol-fora-do-Brasil, verdadeiras arapucas a espera de pássaros novinhos... Não compareci à tal palestra em fevereiro de 2011, porém ELA me contou que EU fui um dos príncipes exemplares, aqueles que oferecem às jovens mais velhas namoro tranquilo e casamento honesto, sem as diretas e violentas investidas sexuais dos anti-cavalheiros. É, devo ser cavalheiro mesmo, gentil, educado, trabalhador, batalhador (ou bobo da corte, crítico severo tomado por ingênuo e puro?) e - na linguagem certeira que ELA usa -“abandonadinho, no limite (border line): mais um fronteiriço entre eterno sozinho e quase feliz”. Descobrimos já em anos anteriores nossa ancestralidade e marca de um possível DNA literário. Ao longo do tempo, EU passei a escritor sem formação em Letras e ELA ama (e lecionava) a literatura sem jamais ter escrito para leitores comuns suas impressões sobre o mundo e seus habitantes. Só cartas íntimas a amigos, décadas via correio. Pode? São constantes os telefonemas e os e-mails em que ELA me passa as ‘carcaças’ para as minhas criações. Um divorciado aqui, um apenas separado ali, um solteiro não querendo compromisso sério. EU teatralizo e escrevo tudo. Como o planeta gira e os raios caem de novo no mesmo lugar, ELA, minha AMIGA super feminina, sem precisar s travestir, achou por acaso e muita sorte nossa, o mesmíssimo cidadão da minha pergunta anterior. O telefonema desta manhã foi longo, muito longo, longuíssimo... Era ELE, sim -estado civil declarado logo a partir do “nick name”, e se apresentou a ELA que nesta noite era LÚCIA... nome chamariz que é uma verdadeira luz fatal, ofuscando e confundindo os olhos masculinos. (Cuidado extremo, rapazes!) Antes, ELE fora caçado por MARCELA e agora foi o caçador de LÚCIA: aprendeu bem depressa o caminho. Imediatamente minha AMIGA pegou cópia do conto que EU escrevi e com o qual a presenteei bem recentemente. Quase três páginas e meia impressas. Desfolhou atenta como quem lê uma apostila dos amados tempos de universitária. Apenas atenuou a idade da garota para 20 aninhos. Desta vez, ELE apresentou uma diferença de 23 anos, sem que ELA pudesse indagar muito. Foi um tanto repetitivo, um tanto contraditório - mentiroso grave, não. Mais maduro e educado que os oferecidinhos e pedintes imediatos de sexo, apresentou a tese de a princípio uma tentativa grosseira de sexo virtual - porém achou uma senhorita fina, educada, inteligente, mudou para atitude mais amorosa. Não um sedutor vulgar, lábia ativa, e sim um homem solitário querendo refazer a vida do lar. Mulher jovem, crianças bagunçando a casa e sorrindo para ELE, orgulhoso papai. “É justo, muito justo, justíssimo.........” (Já vi e escutei isso na voz e figura de um José não drummondiano.) Sem filhos, não explicou muito, mas repetiu oito anos de fiel (acredito, sim!) casamento antes do desamor. A ex-esposa, da mesma empresa em que até hoje são funcionários, desta vez reside em Santa Catarina (no papo “comigo”, tinha sido interior de São Paulo), bem mais longe que os 400km entre São Paulo - capital (ELE, o galã carentinho pouco além de 40 anos) e o Rio de Janeiro (ELA, a nova candidata). Novamente exaltou a mãe, nos termos de defender as noras. Mora com ELA, colinho sempre quente e afetuoso, apartamento dele em obras - tem lógica! - não como quinze dias antes, quando digitou residir sozinho, tendo como grande auxiliar o clássico e mágico microondas para, no mínimo, brigadeiro de colher, por acaso um dos ‘mil doces prediletos’ de LÚCIA, isto é, da verdadeira senhora M, geminiana de 30 de maio, dia de Santa Joana D’Arc, professora pública aposentada, grande doceira... gulosa. Negou já ter tido conversa semelhante com OUTRA garota, via INTERNET, e LÚCIA de forma alguma poderia ctar MARCELA, minha criação duas semanas antes... ELE não informou o próprio signo astral, não percebeu a “coincidência’ de mais uma geminiana, agora logo na entrada de junho, dia2, e LÚCIA advertiu: “Cuidado com as geminianas!” Falou, sem calendário específico, conhecer parte do Rio de Janeiro, em especial zona sul: Copacabana, Ipanema - que ELA definiu como locais de maior turismo -, também Tijuca, sem citar detalhes. (Escreveu TYZUKA, na verdade o nome de cineasta famosa, minha AMIGA sabe-tudo comentou, o rapaz logo corrigiu.) Ora, LÚCIA reside no Méier. Localizou na zona norte, subúrbio em franco progresso (tem até motéis!), servido por trem e ônibus, citou bairros próximos. ELA comentou sobre outros internautas a assediando no reservadamente - em represália, ELE comentou que 5 ou 6 moças também o chamaram, mas não respondeu. Sim, a atração do internauta é declarar de cara não mais ser casado - exercer o papel de ‘a outra’ é complicado mesmo. ELE ria com facilidade - rsrsrs... LÚCIA se recusou a MSN - só aceitava conversarem ali mesmo na sala coletiva! Houve, repetindo papo anterior, um certo cômico momento de choro: snif... snif... ELE deve ser fã de HQ, quadrinhos. (Minha AMIGA ex-professora de português traduz como estilo - até num simples bilhete, quem escreve se repete. Igual a eternas manias certos gestos habituais e cacoetes.) ELE forneceu e-mail e pediu que a menina escrevesse. Minha AMIGA adora cartinhas. Após longo tempo de tagarelice, ELE perguntou se ELA era virgem, resposta negativa, contou de um namoro de dois anos, depois descobriu o cretino tendo harém com mais DUAS, despachou-o... Insinuação de sexo virtual, LÚCIA disse que era bobeira, o agora um tanto menos cavalheiro assumiu a falha, desculpou-se e mudou de assunto. (EU insistiria!) ELA jurou jamais tirá-lo da memória e do coração. (Super extra hiper verdade - minha AMIGA carioca idosa não esquece nada, passe o tempo que passar... é impressionante!) // O que EU e minha doce AMIGA queremos provar nessa tese? Por mais macho que seja, o sexo masculino é um eterno carente. (Sou também UM deles???) Minha AMIGA fala “carentinho careta’ (adora diminutivos e brincar num jogo de palavras parecidas) isto é, aquele que ainda cultua e vai eternamente cultuar a expressão LAR DOCE LAR. Estamos questionando amistosos, EU e a senhora M, sobre as opções entre escrever para ELE: ( ) agradecendo ter sido laboratório de pesquisa masculina sócio- etária-sexual por duas noites....... /ou/ ( ) indicando o site literário para leitura dos meus contos. // Ficará mito zangado ou irá rir bastante e se tornar “nosso mais recente AMIGO de infância” FIM
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Comentários dos leitores

Aqui é CARÊNCIA MASCULINA II, seriado em 4 partes com o mesmo título inicial. (Ou prefer que o leitor não entenda? Contudo, eu sendo leitora antecipada, aaho um bom trabalho. Parabéns!

Postado por lucia maria em 16-09-2017

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