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AMORES AFRICANOS-PARTE II



					    
Entre os PIGMEUS, há tradições respeitadas.  A primeira menstruação da jovem (pigméia?) é saudada como sinal de fertilidade, perspectiva de numerosa descendência, o número de PIGMEUS em constante aumento.  Sexo muito livre, especialmente entre os jovens - noivo e noiva se escolhem com liberdade 9exceto quando ela é vendida pelos pais a um bantu).  Quando um jovem quer casar, convence ao mesmo tempo sua irmã ou prima a casar-se com o irmão ou primo de sua futura esposa.  O matrimônio é selado com o sacrifício de uma galinha.   Os maridos interrompem as relações sexuais a partir do momento em que a mulher engravida - ela dará a luz ao ar livre, fora da palhoça;  o pai enterra o cordão umbilical se for menino, a mãe se for menina - o bebê só terá nome após seis dias de nascido.  O PIGMEU é monógamo e adultério é falta grave.  Funerais são a cerimônia mais importante:  o cabelo do morto é cortado, pelos colocados ao lado do corpo túmulos sempre escondidos, mortos enterrados em cavidades de rocha ou troncos de árvores. ---------------------------------------------------------------------- ÁFRICA, agrupamento de 53 países. 1---PIGMEUS, UMA FACETA DA ÁFRICA (continente agrupa 53 países) - Este povo prefere viver com hábitos primitivos.  Com população calculada entre 100 mil e 200 mil pessoas (estatística de 1982) dividida em 8 países da África Central, continuam rejeitando contato com o mundo moderno, ainda acendem o fogo com pedra, caçam com lanças e arco e flecha, fuzil só para matar elefantes, sua carne predileta.  O cálculo dessa população é vago porque os programas de integração social destes países encontram pouco êxito entre eles e o mundo dito civilizado.  Vivem em povoados de palhoças em plena selva equatorial, espalhados na República dos Camarões, Congo, Gabão, República Centro-Africana, Zaire, Burundi, Guiné Equatorial e Ruanda.  Agrupados quase à força em campos junto a estradas florestais e próximos a povoações com escolas, dispensários e centros administrativos, praticamente não mudam seu modo de viver, ainda caçando e colhendo frutas para se alimentarem.  Por vezes o povoado está deserto, homens-mulheres-crianças na selva, de 15 a 30 dias em marcha - em evolução muito lenta, de cada três povoados juntos, somente duas crianças vão à escola, alojando-se em casas de famílias locais.  A resistência à integração /pouco deve ter mudado desde a década de 80........./ é que a sociedade os marginaliza (há também outras populações autóctones, como por exemplo a de origem bantu) - PIGMEUS trabalhadores nas plantações são explorados (em moda, 2017, discutir-se mundialmente o trabalho ainda escravo!), ganham muito pouco e frequentemente são pagos com... bebida alcoólica, nada a ver com o tema ‘trabalho’:  e os dependentes familiares???  Apesar disso, a chegada de um estranho á aldeia não é recebida com hostilidade e o chefe do povoado abre um largo sorriso de dentes pontiagudos, lixados dolorosamente com pedra.  Os moradores se agrupam a redor do chefe, em estatura média de 1,40.  Famílias numerosas, maioria com 6 ou 7 crianças.  As mulheres atravessam a orelha direita com um alfinete.  Palhoças servem para cozinhar (poucos utensílios e colheres de madeira) e dormir - pessoa de estatura normal entra de cócoras e, lá dentro, é impossível ficar de pé.  A presença maciça de moscas e outros insetos evidenciam falta de higiene.  A banana é o principal alimento e a caça (javali, macaco, antílope) não é suficiente para a alimento diário, daí colhem cogumelos, frutas, ainda lagartos e gafanhotos  A unidade social básica de cada povoado é o grupo de caçadores, geralmente homens de sete famílias que caçam juntos; vários grupos formam um clã em seu território de caça. 2---PIGMEUS LUTAM PARA MANTER SUA TRADIÇÃO NA SELVA DO CONGO  -  Só uma pequena flecha ou uma varinha com ponta afiada, o PIGMEU se orgulha de segurar.  A flecha tem veneno mortal, defesa não suficiente para a pequena vila enfrentar a floresta no Nordeste do Congo.  Antílopes, macacos e outros animais desaparecendo e o receio que eles próprios e sua cultura tenham o mesmo destino devido a pressões de outras tribos.  Apesar do mistério e da magia que o mundo dos PIGMEUS inspira ao Ocidente, a vida é um humilhante abandono de prátics tradicionais e batalha diária contra o desprezo da etnia bantu.  Alguns diretores de escola os insultam dizendo que PIGMEUS não devem estudar e nãos os querem porque vivem na floresta.  O povo está espalhado na África Central, mas os do Congo são mais conservadores, protegidos em parte pela falta de desenvolvimento do país e pelas terríveis condições das estradas, a ponto de até afastarem madeireiros destruidores de florestas, seu habitat.  Mesmo no Nordeste, há tensões entre PIGMEUS e os vizinhos bantus, eterno conflito entre caçadores e fazendeiros - para muitos congolenses, PIGMEUS são muito pobres porque rejeitam a agricultura para correrem atrás de animais.  Na verdade, são ingênuos, não pensam racionalmente como seres humanos, sempre um passo atrás - moradores das vilas os contratam para biscates em fazendas ou casas, explorados numa relação de trabalho e tratados como escravos, os fazendeiros os chamando de preguiçosos e nada confiáveis, o que aumenta a tensão entre os grupos.  Após um tempo de trabalho, vão embora para caçar.  Pelo desprezo dos bantus, não há possível entrosamento e outro motivo é serem pequenos, com altura máxima de 1,50.  Caçadores e colhedores, ele vivem embrenhados na floresta - caçam com lança, arco e flecha e fazem redes para capturar antílopes , não interessados em armas de fogo.  Casas de madeira, folhas e ás vezes de barro; para caçar, tangas camufladas feitas de folha;  crianças sem escola; poucos alfabetizados e sabem sua idade  Mas a vida está mudando:  alguns já plantam mandioca e colocam metal nas pontas das flechas de madeira, que retiram de carros abandonados.  LEIAM minhas estórias, intertextualidades modernizadas (base em mitos africanos):  “ELES... E ELAS” --- “PRÍNCIPE-PRINCESA-DRAGÃO OU JORGE-BÁRBARA- JERÔNIMO???“ --- “TRAGÉDIA CLÁSSICA NORDESTINA”. FONTES: Adapt. - Rio, jornal O GLOBO, 13/2/83 e 22/6/97. F  I  M
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Comentários dos leitores

importante a monogamia e o respeito à mulher, doce na floresta. Aprenda. Boa aula sobre um povo quase desconhecido. Parabéns!

Postado por lucia maria em 02-11-2017

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