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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE XXIX



					    
  Publicidade contemporânea em cima da verdade antiga.  “Café?!  Bom é aquele perto do largo do Paço........”  E todos corriam para lá.  Vendedora muito solicitada.  É de se acreditar, por  quê não?  ---  Desde o Brasil-Colônia e atravessando o Império, havia os “escravos de ganho”;  em todo caso, tirando a fatia maior para o patrão,  dava para juntar moedas sobre /variável porque não tinha salário fixo/ as comissõe...zinhas recebidas.  Hoje publicidade comercial no próprio pacote de café, produto em pó industrializado (o moído na hora devia ser bem melhor..., ainda mais servido por uma linda mulher de origem africana - até maio de 1888; I’m sorry, nunca renegando a JULIA ROBERTS de origem estadunidense, homônima de “qualidade física” - 1990!), mas era comum desfilarem toda espécie de escravas (prncipalmente) e escravos trabalhadores nas imediações do Paço Imperial, prédio de frente para a rua, tabuleiros enormes equilibrados na cabeça - doces e um café fresquinho, nunca requentado, sempre renovado.  Frutas, pudim de mandioca, bolo de fubá, bolinhos fritos que mais tarde passariam a se chamar “...de chuva”, pão com peixe, ovos cozidos (talvez coxinhas para D. João VI, quem sabe?), copos com canjica branca de Oxalá que serviam para encher o estômago e tranqüilizar, esvaziar a cabeça  dos políticos da época...  tempo de ‘sai-ministro-entra- ministro’ (nada mudou até hoje...), verdadeira instabilidade, poder fácil X derrubada mais rápida ainda.  Versão de que DOMITILA era aberta a certas ditas ‘bruxarias’ sempre vitoriosas - observem:  7 anos de tumultuado romance com D. PEDRO I - e já freqüentava os búzios e uma cafeomancista, simbiose ou influência dos adivinhadores árabes sobre os adivinhadores africanos, adaptando tradicionais costumes.  Pois estes escravos de ganho eram a graça das ruas, com pregões naturais, já slogans pessoais e versos rimados (o poeta carioca e advogado  OLAVO BILAC nasceria em 1865 e demorou no mínimo vinte e cinco anos até ser publicitário), oferecendo os prazeres da boca - altas especialidades culinárias... -, serviços de ama de leite, de costura,  ‘massagens, chás, rezas e simpatias’ (pesquisei e achei), transmissão de recados e pacotes a lugares mais distantes, empalhador de cadeiras, prática de barbearia  e sanguessuga, castração de cães e gatos, e a masculina força inclusive para a construção civil (qual a linguagem da época?).  A condição de escravos permanecia, porém menos marginalizados,  sem humilhantes grilhões pesados.  Imagine-se a algazarra nas portas do Paço Imperial...     que  foi palco para o Dia do Fico e numa das salas a Princesa Isabel assinou bem mais tarde a Lei Áurea.  De residência de nobres, na atualidade passou a um centro cultural e restaurantes (consta que há um poço misterioso... tipo “fonte dos desejos”) - no largo, atual praça XV, feira semanal de antiguidades e artesanato.  Outro tipo de algazarra!  “Café?!  Onde, onde?”  Sempre há um botequim nas proximidades onde se esteja...   F  I  M    
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Comentários dos leitores

Café é um restaurador de almas e símbolo de união. Penso sempre nas cabras que descobriram o valor das bolinhas vermelhas. Parabéns!

Postado por lucia maria em 24-12-2017

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